Engenharia Elétrica – ý Universidade Federal do Amapá Wed, 25 Nov 2020 23:24:35 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png Engenharia Elétrica – ý 32 32 ý inicia implantação de painéis fotovoltaicos para produção de energia solar /unifap-inicia-implantacao-de-paineis-fotovoltaicos-para-producao-de-energia-solar/ Mon, 23 Nov 2020 23:42:09 +0000 /?p=26760

Curso de Engenharia Elétrica selecionará discentes para Estágio Obrigatório na implantação da Usina Solar.

A Universidade Federal do Amapá (ý), através da Comissão do Programa de Implantação ý de Energia Solar, iniciou a implantação dos equipamentos para a Usina Fotovoltaica da ý, ao lado da pista de atletismo do Campus Marco Zero. Os 1680 painéis solares instalados pela empresa OWNERGY terão capacidade de produção de até 554kWp (Quilo-watt pico) para abastecer o Campus. A previsão de conclusão é para março de 2021, seguindo as adaptações de trabalho devido ao apagão sofrido pelo Amapá em novembro de 2020 e as normas de segurança e distanciamento para contenção da pandemia de Covid-19. O projeto é um compromisso da atual gestão da ý, Prefeitura de Campus, Pró-Reitoria de Administração (PROAD) e cursos envolvidos.

Serão instalados 1680 módulos fotovoltaícos de 330Wp conectados a 4 inversores de 125kW ao lado da pista de atletismo do Campus Marco Zero. Foto: João Ricardo/Prefeitura-ý

ʰǻçã de energia solar Após concluída, a Usina de Minigeração Distribuída ocupará 3260m² da área ao lado da pista de atletismo do Campus Marco Zero, e produzirá anualmente cerca de 792,9 MWh, que corresponde a 17% do consumo de energia do Campus Marco Zero. A instalação será conectada à rede de energia de média tensão de Macapá, fornecendo a produção excedida a rede da Companhia Eletricidade do Amapá (CEA) através do sistema on-grid, conforme as normas da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) para o uso da modalidade. O projeto inicial previa duas etapas de implantação, com a instalação de uma Usina Fotovoltaica ao lado da pista de atletismo e outra nos telhados de prédios do Campus Marco Zero. Esta segunda etapa, que terá produção estimada de 836 kWp, passou por alterações no projeto, e tem previsão para instalação em área externa do Hospital Universitário da ý pela empresa PROBIOMAS. Quando a segunda etapa for concluída, a energia produzida representará a 40% do consumo do Campus Marco Zero.

Primeira etapa de implantação tem previsão de conclusão para março de 2021. Foto: Felipe Monteiro/DCET

Saiba mais: ý recebe painéis fotovoltaicos para produção de energia solar

Estágio acadêmico A Coordenação de Estágio Supervisionado do Curso de Engenharia Elétrica selecionará discentes para estagiar na empresa R4 SOLAR, responsável pela Usina Fotovoltaica que será montada ao lado da Pista de Atletismo da ý. Os interessados deverão atender a requisitos como ter sido aprovado na disciplina Energias Renováveis do curso de Engenharia Elétrica. Os discentes devem enviar seu Histórico Escolar até sexta-feira, 27 de novembro, via e-mail ao Prof. Ubaiara (aubrito@unifap.br).

Veja:

ý SOLAR A aquisição faz parte do projeto “ý SOLAR: Implantação de Geração Distribuída Fotovoltaica no Campus Marco Zero do Equador”, que prevê a instalação de 1,39 MWp (Megawatts-pico) em Usinas Solar Fotovoltaica. O projeto segue o compromisso da gestão do Reitor da ý, Prof. Dr. Júlio César Sá de Oliveira, que busca “implementar programas de sustentabilidade ambiental na Universidade, assim como promover ações para a comunidade institucional através da redução e reutilização de recursos e energia”. O investimento foi possível a partir de recursos disponibilizados pelo Senador Lucas Barreto, destinados para atender a demandas da Universidade Federal do Amapá.

Confira: ý recebe emenda parlamentar de R$ 35 milhões para obras

Conheça a Comissão do Programa de Implantação ý de Energia Solar

  • Curso de Engenharia Elétrica: Alaan Ubaiara Brito, Felipe Monteiro, Fernanda Regina Smith Neves Correa, Geraldo Neves de Albuquerque Maranhão, Werbeston Douglas de Oliveira, Gilmar Holanda da Paixão, Marcio Clei Silva de Oliveira e Messias Dias Da Silva.
  • Curso de Engenharia Civil: Alan Cavalcanti da Cunha e Adenilson Costa de Oliveira
  • Engenheiro da Prefeitura do Campus: João Ricardo Brito Pinheiro
Equipe da Comissão ý de Implantação de Energia Solar Fotovoltaica na ý. Foto: Divulgação.
Colaboração de Texto: Iago Fonseca – (Estagiário de Jornalismo/ ý) – Escritório Modelo “ý Notícias”.


Conheça as Redes Oficiais da ý:

Facebook –|Twitter –
Instagram –Flickr


ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: ASSESP/ý.
]]>
Curso de Engenharia Elétrica será parceiro em projeto de energia solar para comunidades ribeirinhas /curso-de-engenharia-eletrica-sera-parceiro-em-projeto-de-energia-solar-para-comunidades-ribeirinhas/ Tue, 02 Jun 2020 14:30:14 +0000 /?p=22177

 

O projeto beneficiará 50 famílias residentes na comunidade Ilha das Cinzas

O Curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Amapá (ý) será parceiro do projeto de extensão: “Solar Energy for food sovereignty of riverbank families” (Energia solar para soberania alimentar das famílias ribeirinhas), financiado pela Fundação Honnold. O projeto foi um dos selecionados dentre as mais de 700 propostas de 150 países. A execução será pela Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (Brasil) e contará também com a parceria da Embrapa Amapá; Centro de Energia e Sociedade – Arizona State University (EUA); e Instituto de Avaliação de Tecnologia e Análise de Sistemas – Instituto de Tecnologia Karlsruhe (Alemanha).

O projeto

O projeto beneficiará 50 famílias residentes na comunidade Ilha das Cinzas, fornecendo energia solar para necessidades humanas básicas e cadeias produtivas que envolvam manejo florestal sustentável (através de irrigação solar, fertilização e manejo dos açaizais) e segurança alimentar: refrigeração da pesca e processamento do açaí para consumo local e comercialização do excedente.

 

çã

A seleção foi no âmbito de um edital internacional promovido pela Fundação voltado para projetos em energia solar que promovam equidade social, econômica e redução de impactos ambientais. Estavam elegíveis para participar do edital, organizações sem fins lucrativos que trabalhem diretamente com comunidades, ou comunidades organizadas em forma de Associações. Nas propostas, as Universidades e Instituições de Pesquisa poderiam ser parceiras para apoio técnico.

“Neste sentido, organizamos um grupo de trabalho para submissão de uma proposta para a Ilha das Cinzas, pois se enquadrava no referido edital. A construção da proposta foi liderada por Marcelino Carneiro Guedes, pesquisador da Embrapa Amapá e docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Ambientais PPGCA/ý”, explicou o diretor do Laboratório de Energias Renováveis/CEE/ý, Prof. Dr. Alaan Ubaiara Brito.

A parceria

A Associação dos Trabalhadores Agroextrativistas da Ilha das Cinzas (ATAIC) irá coordenar o projeto e fará a gestão do recurso financeiro. O laboratório de energias renováveis da Universidade Federal do Amapá dará apoio técnico no dimensionamento e instalação dos sistemas solar fotovoltaicos.

A Embrapa Amapá vai fornecer apoio técnico para desenvolvimento das cadeias produtivas que envolvam manejo florestal sustentável e segurança alimentar, e Karlsruhe Institute of Technology (Germany) e Arizona State University (USA) irão trabalhar o nexo energia-pobreza e o valor social da energia com os membros da comunidade visando identificar e estabelecer melhores estratégias comunitárias para usar a energia para combater a pobreza e melhorar as condições de vida das famílias locais.

Os representantes de cada instituição na proposta são: Miguel do Socorro Miranda de Souza – Presidente da ATAIC; Alaan Ubaiara Brito – Laboratório de Energias Renováveis/CEE/ý; Marcelino Carneiro Guedes – Embrapa Amapá; Davi Ezequiel François – Karlsruhe Institute of Technology (Germany) e Mary Jane Parmentier – Arizona State University (USA).


Acesse a página de Orientações de ʰ𱹱çã ao Coronavírus da ý


Conheça as Redes Oficiais da ý:

Facebook –|Twitter –
Instagram –Flickr


ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: ASSESP/ý.
]]>
Comissão da ý entrega protetores faciais para Defesa Civil e Polícia Militar do Amapá /comissao-da-unifap-entrega-protetores-faciais-para-defesa-civil-e-policia-militar-do-amapa/ Wed, 13 May 2020 16:34:15 +0000 /?p=21280

 

Ao todo, a equipe já entregou 460 protetores faciais para os órgãos de saúde pública e segurança do Estado.

A Comissão de Equipamentos de Proteção Individual (EPI) da ý entregou hoje, 13 de maio, mais 20 protetores faciais para a unidade de saúde da Polícia Militar do Amapá. Nesta semana também foram entregues 30 unidades para a Diretoria de Operações da Polícia Militar e mais 25 unidades para os profissionais da Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa Civil do Amapá (CEDEC). Ao todo, a equipe composta por técnicos e docentes da Universidade Federal do Amapá já entregou 460 unidades aos órgãos de saúde e segurança pública que atuam no combate à pandemia da COVID-19.

Hoje foram entregues 20 protetores faciais para a unidade de saúde da Polícia Militar do Amapá. Foto: Divulgação/DCET

Novas Entregas – A Diretoria de Operações da Polícia Militar e a Defesa Civil do Estado do Amapá receberam nesta semana 55 unidades de proteção. Já foram entregues aos municípios do Estado: 20 unidades protetoras para Pedra Branca do Amapari, 20 para Serra do Navio, 20 para Mazagão e 7 para Laranjal do Jari, 50 para o Hospital de Clínicas Alberto Lima (HCAL), 10 para o Ponto de Atendimento Infantil (PAI), e 10 para o Hospital Maternidade Mãe Luzia. Ao todo, a Comissão já entregou 460 protetores faciais para os órgãos de saúde pública. A equipe tem mais de mil pedidos em andamento.

Defesa Civil e Polícia Militar receberam ao todo 75 protetores nesta semana. Foto: Divulgação/Defesa Civil

ʰ𱹱çã

As entregas em Macapá dos Protetores Faciais são realizadas seguindo as normas de prevenção ao contágio pela COVID-19, como o distanciamento entre pessoas, uso de máscaras de tecido, luvas e higienização com álcool em gel a 70%. Para a entrega aos municípios distantes da capital, a vice-diretora do Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, Profª. Cristina Baddini destaca: “Estaremos entregando as demandas e conseguimos organizar uma logística para apenas um correspondente dos municípios, vir buscar e distribuir os protetores faciais por lá”. A docente coordena as atividades de produção das EPI´s na ý.

Profissionais do município de Pedra Branca do Amapari receberam protetores faciais. Foto: Divulgação/DCET

ʰǻçã

A máscara do tipo Protetor Facial (face shield) funciona como uma segunda barreira de proteção para o profissional que a utiliza, cada protetor facial é produzido com impressão 3D e PVC transparente. As hastes são produzidas em três impressoras 3D, com produção semanal de cerca de 30 a 40 protetores, no bloco de Engenharia Civil da ý, com a colaboração de alunos voluntários dos cursos de Engenharia Elétrica, Engenharia Civil e Matemática. Os discentes são supervisionados pelos docentes, Prof. Me. Adenilson Oliveira, Prof. Me. Dennis Pureza e Prof. Me. Felipe Monteiro. A sala de produção dos equipamentos de proteção facial, é ampla e dividida em dois setores: de reparo de impressoras e o de montagem dos protetores.

Hastes flexiveis em impressão 3D Foto: Divulgação/DCET

O que são EPIs

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI), são roupas, capacetes, máscaras e acessórios utilizados para proteger o corpo de ferimentos e acidentes que exponham o usuário a infecções, vírus e bactérias. Os equipamentos têm sido utilizados por profissionais de saúde e segurança, para proteção contra o contágio pelo vírus da COVID-19.

A equipe

A Comissão dos EPIs foi constituida pela Portaria nº 0577-2020, com os integrantes: Robert Ronald Maguina Zamora, Cristina Maria Baddini Lucas, Felipe Monteiro, Regis Brito Nunes, Adenilson Oliveira, Dennis Quarema Pureza, Fernanda Regina Smith Neves Correa, Raphael Diego Comesanha e Silva, Geraldo Neves Maranhão, Helder Damasceno de Albuquerque, Francineide Pereira da Silva Pena, Dirley Cardoso Moreira, Achiles Eduardo Pontes Campos, Anderson Walter Costa da Silva, Ricardo Angelo Pereira de Lima e Katia Souza Rangel.

Professores Dennis Pureza, Felipe Monteiro e o voluntário Huddson Paz (discente de Matemática) fazem parte da equipe que produz protetores faciais. Foto: Divulgação/DCET
Colaboração de Texto: Iago Fonseca (Estagiário de Jornalismo/ý).

Acesse a página de Orientações de ʰ𱹱çã ao Coronavírus da ý


Conheça as Redes Oficiais da ý:

Facebook –|Twitter –
Instagram –Flickr


ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: ASSESP/ý.
]]>
Professores e alunos da ý colaboram na manutenção de equipamentos hospitalares /covid-19-professores-e-alunos-da-unifap-colaboram-na-manutencao-de-equipamentos-hospitalares/ Thu, 09 Apr 2020 01:13:02 +0000 /?p=19589

 

Iniciativa é uma parceria entre as instituições de pesquisa do Estado.

Professores do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Amapá (ý) integram equipe de manutenção de equipamentos de UTI, para utilização no tratamento de pacientes com COVID-19. A parceria foi oficializada no dia 3 de abril e conta com participação do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI), Secretaria de Estado da Tecnologia e Ciência do Amapá (SETEC) e Secretaria de Estado da Saúde do Amapá (SESA), que compõem a Rede Integrada de Pesquisa do Amapá (RIPAP).

Inicialmente a equipe da ý fez reparos em módulos de respiradores, aspiradores e umidificadores. Foto: Felipe Monteiro/acervo pessoal

A parceria

O objetivo da parceira, definida em reunião no dia 3 de abril, é realizar reparos nos equipamentos hospitalares essenciais para o tratamento da COVID-19 no estado e colocá-las para em funcionamento o mais breve possível. No encontro também foram definidas as capacidades técnicas de cada instituição e a distribuição dos equipamentos para manutenção. “Os professores do curso de Engenharia Elétrica da ý entraram em contato com a SETEC para reunir esses equipamentos, e a secretaria de estado apresentou a proposta ao SENAI, que abraçou a ideia”, explica o Prof. Ms. Felipe Monteiro.

A equipe espera receber para avaliação quatro respiradores pulmonares como os da foto. Foto: Felipe Monteiro/acervo pessoal.

Equipes de trabalho

As duas frentes de trabalho, compostas pela ý e SENAI, dividiram as tarefas. De acordo com o coordenador do Projeto e Técnico de Laboratório do curso de Engenharia Elétrica, Márcio Clei, “a ý fará a manutenção de aspiradores, umidificadores e as peças que compõem os respiradores pulmonares, com apoio de técnicos de laboratórios, professores e alunos do curso.” A equipe espera receber nos próximos dias quatro respiradores que estão na SESA para avaliação da possibilidade de reparo.

Alunos da ý participam da manutenção de módulo do respirador pulmonar. Foto: Felipe Monteiro/acervo pessoal.

Participação acadêmica

Para o acadêmico, Christian Monte, do 9º semestre do curso de Engenharia Elétrica da ý, a experiência será enriquecedora para todos os participantes e muito importante para as necessidades que surgirão em breve. “Estou feliz em contribuir de alguma forma no enfrentamento da COVID-19 e, ao mesmo tempo, colocar meus conhecimentos adquiridos ao longo do curso em prática”, testemunha o acadêmico.


Vale tomar nota

Os respiradores pulmonares são equipamentos que bombeiam o ar para os pulmões quando o paciente não consegue sozinho. A COVID-19 tem como principal sintoma a dificuldade respiratória, portanto o auxílio da máquina é essencial para salvar vidas.

Colaboração de texto: Iago Fonseca (Estagiário de Jornalismo/ ý)


Conheça as Redes Oficiais da ý:

Facebook –|Twitter –
Instagram –Flickr

ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: ASSESP ý. Crédito para fotos: ASSESP ý.
]]>
Coronavírus | Protetores Faciais são produzidos pela ý e instituições locais /coronavirus-protetores-faciais-sao-produzidos-pela-unifap-e-instituicoes-locais/ Thu, 26 Mar 2020 12:19:32 +0000 /?p=18858

 

Professores da ý, em parceria com instituições federais, estaduais e privadas, iniciaram a produção local.

Após os primeiros casos suspeitos do Novo Coronavírus no Amapá e as medidas locais para contenção da transmissão, grupos de professores das instituições federais em parceria com professores de instituições estaduais e privadas, iniciaram a produção em escala de Protetores Faciais, com impressão 3D. O objetivo da iniciativa é ajudar na prevenção ao contágio do Novo Coronavírus.

O professor da Universidade Federal do Amapá (ý), Dr. Rafael Pontes, que atua como secretário de tecnologia no Estado, afirma que a iniciativa de integrar as instituições para produzir a tecnologia começou no momento que a pandemia foi declarada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). “Nós buscamos soluções inovadoras para que pudéssemos ajudar os profissionais de saúde aqui no Amapá. A partir de relatos de problemas no resto do mundo, identificamos a possibilidade de integrar as instituições de pesquisa, universidades e pessoas que desenvolvem inovação a partir de impressora 3D”, explica o secretário.

O grupo de professores é formado pelos docentes, Dr. Rafael Pontes – Curso de Ciências da Computação, e Dr. Geraldo Maranhão – Curso de Engenharia Elétrica, ambos da Universidade Federal do Amapá (ý); Prof. Ms. Dimitri Mahmud, do Instituto Federal do Amapá (IFAP), além de colaboradores da Universidade Estadual do Amapá (UEAP), Secretaria de Estado da Tecnologia (SETEC) e Serviço Social de Aprendizagem Industrial e Serviço Social da Indústria (SENAI/SESI).

Protetor facial. Foto: Rafael Pontes/acervo pessoal

No combate à pandemia COVID-19

O secretário de tecnologia afirma ainda que o protetor facial vem sendo usado, principalmente nos países com alta transmissão como a China e a Itália. O produto ajuda na proteção adicional ao profissional da saúde, como os olhos, rosto e, ainda, estendendo a durabilidade da máscara comum, que abrange somente o nariz e boca, perdendo a validade após algumas horas devido a umidificação do tecido, sendo descartada. De acordo com o docente, os Protetores são produzidos com acrílico acetato e os suportes para o rosto com impressão 3D, e que “já foram autorizadas pela ANVISA que sejam reutilizadas após higienização”, por possuir maior durabilidade.

Apesar de iniciada, a produção dos protetores depende de matéria-prima específica, como filamento plástico para as impressões 3D e o acrílico acetato que são produtos de custo elevado. O secretário Rafael Pontes, os custos de produção estão sendo avaliados para que seja possível dialogar com empresas locais que forneçam esse material, para que possam ser comprados de forma acessível, assim como parcerias para utilizar as impressoras 3D para acelerar a produção. A meta é produzir localmente 500 protetores faciais para disponibilizar para as unidades de saúde.

Hastes e suporte facial do protetor. Foto: Rafael Pontes/acervo pessoal

A produção será setorizada entre as instituições, a equipe da ý, do IFAP e algumas escolas produzirão nas impressoras 3D os suportes das máscaras. O SENAI/SESI está produzindo impressoras 3D e doou suprimentos para a produção. A equipe da Secretaria de Estado da Tecnologia (SETEC) terá ambientes de corte do acrílico acetato de acordo com o formato das máscaras, uma equipe de montagem e uma impressora 3D para a produção de hastes.

“Vamos tentar montar todo um exército para imprimir quantas hastes forem possíveis para fazermos a montagem delas”. Mas o professor orienta para que as pessoas não produzam por conta própria, em suas casas: “precisamos ter uma linha de montagem integrada, para que tanto a montagem quanto a entrega siga um padrão”, destaca Prof. Rafael.

Colaboração de texto: Iago Fonseca (Estagiário de Jornalismo/ ý)

Acesse a página de Orientações de ʰ𱹱çã ao Coronavírus da ý


ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos:ASSESP/ý. Crédito para fotos: ASSESP/ý.
]]>
Conheça o Curso de Engenharia Elétrica da ý /conheca-o-curso-de-engenharia-eletrica-da-unifap/ Fri, 07 Feb 2020 13:23:32 +0000 /?p=16759

 

A graduação possui 8 laboratórios para aulas práticas na Universidade.

O curso de graduação apresentado hoje é bacharelado em Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Amapá (ý). Tem duração de 5 anos, contabilizando 10 semestres letivos. Integra o Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas, o DCET, possui um corpo docente com 15 professores efetivos sendo 7 mestres 6 doutores.

O curso trabalha a proposta de aulas práticas, buscando atender às exigências para os cursos de Engenharia que destacam o apelo à necessidade de se reduzir o tempo em sala de aula e o favorecimento dos trabalhos individuais e em grupo. Com a missão de melhor desenvolver o ensino e aprendizagem dos acadêmicos da instituição, visando formar profissionais capacitados para o mercado de engenharia elétrica, oferecendo serviços de qualidade.

A atual coordenadora é a Profa.Dra. Fernanda Regina Smith Neves Corrêa.

Recepção dos calouros de Engenharia Elétrica, 2020. Foto: AsCom/ý.

Estrutura

E com isso a universidade oferece uma estrutura com 8 laboratórios: Laboratório de Automação e Controle; Laboratório de Conversão e Máquinas Elétricas; Laboratório de Distribuição; Laboratório de Eletromagnetismo, Antenas e Propagação; Laboratório de Energias Renováveis; Laboratórios de Fundamentos para Engenharia; Laboratório de Instrumentação e Controle; Laboratório Eletrônica e Circuitos Elétricos.

O curso possui a Empresa Júnior de Engenharia Elétrica intitulada ‘Tesla Engenharia’, fundada em 2014, uma ideia desenvolvida por docente e discentes da ý, que oferece serviços como: Instalações Elétricas, Eficiência Energética e Consultorias em Geral, primando sempre pela qualidade e pela segurança.

Local de Atendimento:Prédio do Curso de Engenharia Elétrica e Ciência da Computação (Térreo)
Horário de atendimento:8:00 às 12:00 h / 14:00 às 18:00 h
E-mail:eletrica@unifap.br
Telefone:(96)3312-1700, ramal:4009-2663

Conheça mais o curso:

Colaboração de texto: Letícia Amorim (Estagiária de Jornalismo/ý)

Conheça as Redes Oficiais da ý:

Facebook –|Twitter –
Instagram –Flickr

ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: AsCom ý. Crédito para fotos: nome do fotógrafo/AsCom ý.
]]>
‘Revolução 4.0’ é tema da VIII Semana de Engenharia Elétrica da ý /viii-semana-de-engenharia-eletrica-trara-especialistas-para-abordar-a-revolucao-4-0/ Wed, 27 Nov 2019 12:40:30 +0000 /?p=14411

 

As inscrições podem ser efetuadas até amanhã, 28 de novembro.

Entre os dias 2 e 6 de dezembro ocorre a VIII Semana de Engenharia Elétrica da Universidade Federal do Amapá (ý), no auditório do Departamento de Ciências Exatas e Tecnológicas (DCET). Os interessados podem efetuar as inscrições até amanhã, 28 de novembro, através do link O evento será composto de visitas técnicas, minicursos, palestras e mesas redondas.

Sobre o evento

A Semana de Engenharia Elétrica faz parte de um conjunto de atividades e estratégias contempladas no Projeto Pedagógico do Curso (PPC), com objetivo de socializar conhecimentos e promover a integração entre professores, técnicos, alunos e comunidade externa.

A cada ano é elaborada uma programação, com duração de uma semana. São oferecidas diversas atividades, dentre elas: palestras, minicursos, visita técnica e exposição de trabalhos acadêmicos. A 8.ª edição da Semana de Engenharia Elétrica traz renomados especialistas para abordar a Revolução 4.0, além de discutir suas aplicações.

Entenda as revoluções – As 3 primeiras revoluções industriais trouxeram a produção em massa, as linhas de montagem, a eletricidade e a tecnologia da informação, elevando a renda dos trabalhadores e fazendo da competição tecnológica o cerne do desenvolvimento econômico. A quarta revolução industrial, cujo impacto é mais profundo e exponencial, se caracteriza por um conjunto de tecnologias que permitem a fusão do mundo físico, digital e biológico.

Acompanhe a programação:


ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: AsCom ý. Crédito para fotos: nome do fotógrafo/AsCom ý.
]]>