Extensão – ý Universidade Federal do Amapá Wed, 20 Apr 2022 13:15:33 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png Extensão – ý 32 32 ý e Universidade Católica de Cabo Verde assinam termo de cooperação /unifap-e-universidade-catolica-de-cabo-verde-assinam-termo-de-cooperacao/ Wed, 20 Apr 2022 13:15:33 +0000 /?p=31703

 

 

As ações propostas no acordo devem ser postas em prática ainda no ano de 2022.

Um protocolo que estabelece as bases de desenvolvimento da cooperação em áreas identificadas como sendo de interesse comum foi assinado entre representantes da Universidade Federal do Amapá (ý) e a Universidade Católica de Cabo Verde neste mês de abril. A pautas tratadas foram relativas ao ensino, a investigação e a extensão sendo, uma das ações relevantes, a mobilidade de docentes, o incremento de atividades de investigação e a implementação conjunta em cursos internacionais.

O representante da ý na missão, Prof. Dr. Marcos Vinícius de Freitas Reis, foi o responsável por perspectivar ações futuras que se prendem, no essencial, com a disponibilidade de docente para regência de aulas nos cursos de especialização e de mestrado em Ciências Religiosas; participação na organização de eventos científicos associados ao futuro Centro de Investigação no campo da história da igreja de Cabo Verde; além da colaboração na produção de livros eletrônicos e no projeto de criação de uma revista científica.

Texto: پܱçã

 


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Roda de conversa propõe reflexões sobre inclusão da pessoa com deficiência no ensino superior /roda-de-conversa-propoe-reflexoes-sobre-inclusao-da-pessoa-com-deficiencia-no-ensino-superior/ Mon, 18 Apr 2022 13:26:36 +0000 /?p=31681

 

 

A atividade faz parte das ações planejadas no projeto de extensão “Incluir: ato de amor e respeito ao próximo”.

No dia 08 deste mês ocorreu a Roda de conversa “Autismo: conhecer para incluir”, este evento foi realizado pelas servidoras do NAI, em alusão ao dia mundial de conscientização do autismo. A atividade faz parte das ações planejadas no projeto de extensão “Incluir: ato de amor e respeito ao próximo” coordenado pela técnica em assuntos educacionais Suelen Luz, com colaboração da técnica Jouze Danielle Brito, ambas lotadas no Núcleo de Acessibilidade e Inclusão (NAI) da Universidade Federal do Amapá (ý), além da parceria de profissionais externos.

O objetivo é proporcionar debates e reflexões concernentes à inclusão da pessoa com deficiência no ensino superior, visando amenizar as barreiras enfrentadas por essas pessoas, principalmente, a barreira atitudinal, que conforme a lei 13.146/2015, são atitudes ou comportamentos que impeçam ou prejudiquem a participação social da pessoa com deficiência, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas.

O evento contou com a participação da psicóloga e neuropsicóloga Nelcirema Pureza e da psicopedagoga clínica e institucional Katia Leão, ambas atuantes na área do autismo no estado do Amapá, e mães atípicas. As palestrantes abordaram assuntos relacionados ao conhecimento do TEA (transtorno do espectro do autismo) em crianças, jovens e adultos, e sugeriu algumas práticas pedagógicas para o professor atuar com pessoas autistas no ensino superior. O momento ainda contou com a participação de técnicos e docentes da ý, acadêmicos autistas, e familiares de autistas que relataram suas experiências acadêmicas

O evento finalizou com o lançamento de uma música composta pela servidora Jouze Danielle, em homenagem aos autistas, em especial à sua filha Maria Vitória que é autista.

 

Texto: پܱçã


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Projeto de Extensão Geladoteca promove incentivo à leitura /projeto-de-extensao-geladoteca-promove-incentivo-a-leitura/ Tue, 05 Apr 2022 13:18:18 +0000 /?p=31615

 

 

Cada geladeira possui uma personalidade. O homenageado da vez é o Mestre da cultura e das plantas medicinais Raimundo dos Santos Souza, o Sacaca.

A geladoteca é uma biblioteca comunitária em geladeira, tornou-se um Projeto de Extensão da Universidade Federal do Amapá (ý), promovida pela equipe de marketing do Laboratório de Pesquisa em Fármacos, tem como intuito propiciar e promover no ambiente acadêmico uma boa relação entre as pessoas, através do incentivo à leitura e facilidade de acesso.

A inserção da leitura na sociedade é uma ferramenta para a formação de valores de um indivíduo. As bibliotecas comunitárias em geladeiras são uma excelente alternativa de incentivo devido a facilidade de acesso à comunidade, agregando valores em relação ao desenvolvimento sociocultural das pessoas, e proporciona inclusão e acessibilidade.

Cada geladeira possui uma personalidade, sendo que o homenageado da vez é o Mestre da cultura e das plantas medicinais Raimundo dos Santos Souza, o Sacaca. Ela se localiza no bloco de ciências da Saúde em frente ao Laboratório de Pesquisa em Fármacos, na Universidade Federal do Amapá.

A escolha dos livros fica a critério do leitor e caso queira contribuir com o projeto, as pessoas podem doar um livro da sua escolha para que outras pessoas também possam ter oportunidade de lê-lo. Conheça mais sobre o projeto no .

 


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Profid ý lança edital com 3790 vagas em cursos destinado aos jovens e a terceira idade /profid-unifap-lanca-edital-com-3790-vagas-em-cursos-destinado-aos-jovens-e-a-terceira-idade/ Tue, 01 Feb 2022 14:53:23 +0000 /?p=31213

 

 

Esta é a segunda oferta de vagas para cursos de aperfeiçoamento realizada pelo programa.

O Programa de Formação, Capacitação, Aperfeiçoamento e Idiomas – PROFID, divulgou nesta quinta, 27, o edital para formar turmas do primeiro semestre de 2022. São 3790 vagas distribuídas entre cursos de idiomas, intérpretes de libras, redação, empreendedorismo, informática na maturidade, literatura e ensino de história e geografia.

As vagas poderão ser preenchidas por inscritos de todos os municípios do estado, a partir das 09:00h do dia 01 até as 23:59 do dia 13 de fevereiro, último dia das inscrições. As inscrições serão online com o envio das informações do candidato e preenchimento do formulário disponibilizado. O edital e outras informações podem ser acessadas no endereço ou entrando em contato pelas redes sociais do PROFID.

O PROFID, programa da unifap de promoção de conhecimento em diversas áreas, começou em 2018 com apenas dois projetos, o Jovem Bilíngue e o Libras Para Comunidade. Atualmente se reúnem ao programa, coordenado pelo prof. Melque Lima, Diretor do Depla, um total de 12 projetos (Jovem Bilíngue, Libras para a Comunidade, Libras no Terreiro, Formação de Tradutores e Intérpretes, Jovem Visionário, Escreve Amapá, Literaturas do Norte, Maturidade Digital, Geohistória, Salvaguarda do Acervo Memorial do Instituto Amapá Terras, Marli e Física Itinerante) que já ofertaram vagas por meio de cursos para os 16 municípios, somando assim quase 5 mil alunos inscritos.


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Indicadores de projeto de extensão são apresentados em Oiapoque-AP /indicadores-de-projeto-voltado-para-o-turismo-sao-apresentados/ Tue, 30 Nov 2021 03:08:51 +0000 /?p=30797

Os resultados foram apresentados na sede da Associação dos Mototaxistas de Oiapoque (AMTOI).

Entre os dias 21 e 24 de novembro deste ano foi realizadauma etapa importante do projeto de extensão “Formação técnica para o desenvolvimento de ecoturismo e turismo sustentável na cidade de Oiapoque-AP”, sob coordenação do Prof. Dr. Gutemberg Silva, em que foram apresentados os resultados da proposta de cartilha para auxiliar nas atividades do turismo e, simultaneamente, atualizadas informações em campo sobre as principais fragilidades para a evolução do setor na fronteira.

Os resultados foram apresentados na sede da Associação dos Mototaxistas de Oiapoque-AP (AMTOI) e contou com a participação de autoridades do Município, acadêmicos da ý, empreendedores locais e movimentos sociais. Após a apresentação da proposta de cartilha uma série de reflexões foram feitas pelos participantes de modo a tornar a atividade turística mais atrativa, seja como ação do poder público, seja como ação da iniciativa privada e dos operadores do turismo, tais como a rede hoteleira, os restaurantes, guias turísticos, catraieiros, mototaxistas, taxistas e outros atores envolvidos na rede de articulação para um turismo sustentável e ecologicamente viável.

Para o coordenador, prof. Gutemberg Silva, “o turismo é um dos pilares para o desenvolvimento de toda a bacia do rio Oiapoque e ações de extensão como esta ajudam na organização da atividade para quando da reabertura da ponte binacional e de uma ‘nova’ normalidade pós-pandemia”.

O projeto ainda tem várias etapas a serem executadas e conta com o apoio da Pró-reitoria de Extensão e Assuntos Comunitários da ý (PROEAC) e doCampus Binacional.

 

Texto: پܱçã

Fotos:Uesclei da Silva Costa eVinícius Silva Costa.

 


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Licenciatura Indígena é contemplada pelo Prêmio Rubens Murillo Marques, da FCC /licenciatura-indigena-e-contemplada-pelo-premio-rubens-murillo-marques-da-fcc/ Fri, 26 Nov 2021 22:07:40 +0000 /?p=30816

Projeto realizado durante a disciplina Etnobotânica Indígena envolveu nove povos Indígenas.

O projeto “Herbário intercultural: material didático na formação do educador indígena na Amazônia”, de autoria dos docentes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá (ý), prof. Ms. Agerdânio Andrade de Souza e profa. Ms. Maria Adriana Leite, é um dos contemplados da 11ª edição do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques, da Fundação Carlos Chagas. O concurso nacional é uma iniciativa que busca a valorização e a divulgação de experiências educativas realizadas por docentes de cursos de licenciatura do Brasil. Além da ý, serão agraciados projetos da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A cerimônia de premiação ocorreu nesta sexta-feira, 26.

Para o prof. Ms. Agedrdânio Souza e a profa. Ms. Maria Adriana Leite, estar entre os três finalistas em um dos concursos da área de educação mais reconhecidos do país foi uma surpresa. “A gente não esperava porque passa por uma seleção com 100 pareceristas que a Fundação Carlos Chagas (FCC) disponibiliza para fazer a avaliação, que seleciona dez projetos. A gente já achou bom demais ficar entre os dez, não imaginávamos ficar para final, e quando saiu o resultado foi uma alegria, tanto para os alunos indígenas da Licenciatura Intercultural Indígena como para nós, professores, porque a ý, chegar pela segunda vez na final de um dos prêmios mais concorridos da educação, mostra que a Universidade tem crescido, tem avançado e que nossas práticas [pedagógicas] têm melhorado a cada dia”, avalia o prof. Ms. Agerdânio Souza.

“Nós submetemos a proposta sem criar muitas expectativas, acreditávamos que podíamos concorrer ao edital porque preenchíamos alguns requisitos, mas nós sabíamos que a concorrência com o restante do país era muito grande. Sem sombra de dúvida, foi uma surpresa gente, uma surpresa muito positiva, porque nos proporcionou dar visibilidade para a Região Norte em um evento tão importante no contexto da educação brasileira, da educação diferenciada”, complementa a profa. Ms. Maria Adriana Leite.

O projeto – A proposta do projeto “Herbário intercultural: material didático na formação do educador indígena na Amazônia” surgiu a partir das aulas de Etnobotânica Indígena, em resposta às demandas dos acadêmicos do curso, que gostariam que o conhecimento e as atividades realizadas durante as aulas pudessem ser aplicados nas aldeias indígenas onde moram.

“Buscamos saber quais eram os conhecimentos tradicionais deles em relação às plantas medicinais e integralizamos junto com a matriz curricular da disciplina e os artigos que tínhamos dentro da ý e a partir daí a gente começou a construir o herbário com material reciclado que existiam nas aldeias e de fácil uso e manuseio. Depois estudamos como fazer a taxonomia [ramo da biologia responsável pela identificação e classificação de todos os animais e plantas] indígena e o próximo passo foi buscar amostras das plantas utilizadas pela medicina tradicional deles. Foram realizados seminários e construídos também mapas mentais para fixar o conhecimento e poder levar às aldeias como material didático de uso nas escolas”, explica o prof. Ms. Agerdânio Souza.

Para a Profa. Maria Adriana Leite, um dos principais desafios durante a realização do projeto foi a diversidade de línguas presentes em sala de aula. “Nós trabalhamos com algumas etnias indígenas e eles falam em línguas diferentes. Em alguns momentos, por exemplo, na hora de classificar [as plantas estudadas], eu que sou não-indígena tenho uma classificação, eles têm uma classificação diferente, então isso foi um desafio para nós”, aponta.

O Prêmio – Criado em 2011, o Prêmio Professor Rubens Murillo Marques é uma iniciativa da FCC que valoriza e divulga experiências educativas, propostas e realizadas por docentes dos cursos de Licenciatura na formação de professores para a educação básica. Além do mérito e do reconhecimento conferido a essas experiências, os premiados são agraciados com um prêmio em dinheiro e um troféu.

A cada edição, a seleção dos vencedores do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques é realizada por uma Comissão Julgadora, composta por especialistas na área da formação docente do projeto inscrito. É considerada a metodologia de ensino retratada na utilização de estratégias que tenham sido criadas, agregadas ou adaptadas pelo autor do trabalho visando ao aprendizado da docência. Mais informações em https://www.fcc.org.br/fcc/premios/premio-rubens-murillo-marques.

* Com informações da Fundação Carlos Chagas

Fotos: پܱçã

 

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Projeto leva conhecimento tradicional no uso de plantas medicinais às escolas públicas /projeto-leva-conhecimento-tradicional-no-uso-de-plantas-medicinais-as-escolas-publicas/ Tue, 28 Sep 2021 18:32:06 +0000 /?p=29978

O objetivo é contribuir para que as novas gerações conheçam essa vertente do traço cultural amazônida.

O Projeto de Extensão “Manjericão: Plantas e Saberes”, do curso de Ciências Ambientais, promoveu no dia 24 deste mês a oficina “Divulgando o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais”. A atividade ocorreu na Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Luiza Bello Silva, conhecida como Escola de Aplicação, em Macapá, para alunos com idade entre 9 a 11 anos.

A oficina teve início com uma palestra sobre a história das plantas medicinais e suas utilizações pelas comunidades tradicionais na Amazônia. Na parte prática, os alunos confeccionaram mudas de algumas espécies de uso popular: manjericão (Ocimum minimum L.), catinga de mulata (Aeollanthus suaveolens Mat. Ex. Spreng.) e hortelãzinho (Mentha × piperita L.). As crianças também receberam informações sobre as indicações terapêuticas, as formas de preparos e os usos das preparações a base das plantas medicinais.

“O projeto visa divulgar a diversidade da flora conhecida e utilizada em tratamentos terapêuticos no estado do Amapá e, com isso, valorizar o conhecimento tradicional sobre plantas medicinais como ferramenta para a conservação da sociobiodiversidade local e para o desenvolvimento sustentável na Amazônia”, explicou a coordenadora do projeto, Profa. Dra. Alzira Marques.

O Projeto de Extensão “Manjericão: Plantas e Saberes” conta com a participação dos acadêmicos do curso de Ciências Ambientais: Shirlene Araújo, Fábio Freitas, Maria Cecília Campos, Larissa Barros, Maísa Silva, Glenda Miranda, Jéssica Gomes, Tiago Pantoja e Camila Pacheco.

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O projeto surgiu em 2020 após a conclusão do curso de doutorado sobre Etnobotânica de plantas medicinais no Distrito de Mazagão Velho (AP). Na oportunidade, a pesquisadora Alzira Marques observou que o conhecimento tradicional do uso das plantas medicinais é um traço cultural que vem se perdendo.

Para divulgar e valorizar esse conhecimento, a docente e um grupo de acadêmicos do curso de Ciências Ambientais promovem oficinas em escolas públicas e privadas com objetivo de despertar nas crianças e adolescentes, dos ensinos fundamental e médio, a importância da biodiversidade e do conhecimento tradicional.

O projeto possui Instagram (@manjericão_plantasesaberes) onde divulga diariamente informações sobre plantas medicinais. Acesse, acompanhe e informe-se mais sobre as plantas e seu cultivo.


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ý conquista medalhas em Paralimpíadas Universitárias /unifap-e-3-lugar-nacional-no-quadro-de-medalhas-das-paralimpiadas-universitarias-2021/ Thu, 23 Sep 2021 20:43:28 +0000 /?p=29944

O resultado é a melhor colocação da Instituição numa edição dos jogos.

Paratletas da Universidade Federal do Amapá (ý) conquistaram 13 medalhas durante as Paralímpiadas Universitárias 2021. A competição ocorreu na cidade de São Paulo (SP) entre os dias 16 e 19 de setembro. A delegação da Instituição foi composta por nove pessoas: seis paratletas e três servidores. Do total de medalhas, oito foram de ouro, duas de prata e três de bronze. O resultado colocou a ý no 3° lugar nacional no quadro de medalhas.

Medalhas

Yndiraima Cunha conquistou três ouros nas modalidades de lançamento de disco, lançamento de dardo e arremesso de peso. Alice Caroline ganhou uma medalha de ouro (lançamento de dardo) e uma de bronze (lançamento de disco). Cristian Lorran alcançou 3 medalhas de ouro nos 100m, 400m e 1.500m livres. Edson Saraiva foi bronze em lançamento de dardo. Joana Brilhante obteve três medalhas, uma de ouro em lançamento de disco, uma de prata em lançamento de dardo e uma de bronze em arremesso de peso. E Segilma Miranda conquistou uma medalha de prata em arremesso de peso.

Os atletas competem e são divididos por classe, de acordo com o nível de deficiência. Isso permite que as disputas sejam justas e equilibradas. O atletismo, por exemplo, dispõe de classes para amputados, cadeirantes, deficientes intelectuais e visuais.

Delegação da ý

O evento contou com a participação dos acadêmicos Yndiraima Cunha (Direito), Joana Brilhante (Ed. Física), Segilma Miranda (Geografia), Alice Caroline (História), Edson Saraiva (História) e Cristian Lorran (Direito); além dos servidores Dilson Belfort (CCEF), Gerson Gurjão (PROEAC) e Crecencio Neto (Divisão de Esporte).

Paralímpiadas Universitária

Atualmente 22 modalidades fazem parte do programa paralímpico dos Jogos de Verão, sendo elas: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, canoagem, ciclismo, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, goalball, halterofilismo, hipismo, judô, natação, parabadminton, parataekwondo, remo, rúgbi em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, triatlo e vôlei sentado.

FOTOS: ALINE BRITO


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Pesquisadores do campus Mazagão publicam e-book sobre Agroecologia /pesquisadores-do-campus-mazagao-publicam-e-book-sobre-agroecologia/ Thu, 24 Jun 2021 21:09:01 +0000 /?p=29350

A obra é resultante dos estudos produzido ao longo de três anos pelo Núcleo de Estudo em Agroecologia e Produção Orgânica da Universidade Federal do Amapá, campus Mazagão (NEA-ý/MZG), em parceria com a comunidade da reserva.

Estudantes e pesquisadores de diversas áreas do conhecimento acabam de publicar o e-book “Ensino, pesquisa e extensão na Reserva Extrativista do Rio Cajari”. O livro é composto por quatro capítulos que abordam diferentes temas destinados às escolas e comunidades do campo, em especial as da Reserva Extrativista atendidas no projeto de criação do núcleo, por meio de Chamada Pública do CNPq (Edital N. 21/2016).

Segundo um dos organizadores Prof. Dr. Galdino Xavier de Paula Filho, o objetivo é restituir aos moradores com os resultados dos estudos lá promovidos. “Já foram formatados vários trabalhos de conclusão de curso, resultantes das pesquisas, e apoio para dissertações e teses. É conhecimento genuinamente local, com pessoas pertencentes a comunidade”, ressaltou.

O capítulo “Falando de flores e polinizadores na Reserva Extrativista do Rio Cajari – Amapá” expõe o desenvolvimento do projeto de extensão “Para não dizer que não falei das flores… E dos polinizadores também”, vinculado ao núcleo, além de conceitos básicos sobre reprodução de plantas com flores, polinizadores e conservação ambiental.

A obra ainda aborda conceitos e diferenças entre sementes e grãos, formas de propagação das espécies, segurança e soberania alimentar, manutenção da qualidade das sementes, desde a semeadura até o armazenamento destas, entre outros temas que são apresentados ao logo de 108 páginas.


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ý e SEJUSP/AP discutem projetos destinados à comunidade do Macapaba /unifap-e-sejusp-ap-discutem-projetos-destinados-a-comunidade-do-macapaba/ Fri, 14 May 2021 13:40:31 +0000 /?p=29075

Estão previstas atividades esportivas e de empreendedorismo que serão desenvolvidas com crianças, adolescentes e mulheres do residencial a partir do segundo semestre.

Representantes da Universidade Federal do Amapá (ý) e da Secretaria de Justiça e Segurança Pública do Amapá (Sejusp) reuniram-se na última quarta-feira, 12, para tratar da possibilidade de celebração de um Termo de Cooperação Técnica entre as instituições com o intuito de desenvolver projetos educacionais e desportivos que atendam a população do Residencial Macapaba, na zona norte de Macapá.

Dois projetos de extensão foram apresentados. Um deles, coordenado pelo prof. Dr. Dilson Belfort, terá como público-alvo crianças e adolescentes carentes, que estejam em situação de risco social, na faixa etária de 10 a 17 anos. Os jovens serão incentivados para a prática do atletismo, concebendo a modalidade como meio de educação, saúde, integração, inclusão e de transformação social, permitindo a partir dessa vivência, a oportunidade de participar de torneios e festivais específicos do atletismo no Amapá e fora do estado.

A princípio, cerca de 400 crianças e adolescentes atendidos pela proposta. “O projeto torna-se relevante na perspectiva de oferecer aos jovens o que é garantido em Lei: a prática de esportes; tendo como pano de fundo a ocupação dos mesmos e os distanciando de crimes e uso de substâncias entorpecentes. Assim, o atletismo surge não só como uma prática de educação e saúde, mas também como elemento de oportunidade futuras enquanto cidadãos”, enfatizou o professor Belfort.

O segundo projeto proposto será coordenado pela diretora do Departamento de Extensão, técnica Kelly Huany, e terá como público-alvo, especificamente, mulheres com idades de 18 a 30 anos na prática de ações para empoderamento. “A parceria realizada com a SEJUSP é de extrema importância para que a ý consiga contribuir com ações que possibilitem aos jovens da comunidade vislumbrarem um futuro melhor por meio da educação”, ressaltou Huany.

A professora do colegiado do curso de Administração Drª Sheila Trícia, vai atuar como instrutora do curso de empreendedorismo, se disse motivada em poder colaborar com a iniciativa. “Estamos muito entusiasmados com esse projeto que tem potencial de transformar vidas e é de grande relevância à sociedade, especialmente às mulheres que residem no Macapaba, pois contribui com conhecimentos e ações acerca do empreendedorismo que favorecem o empoderamento feminino”, destacou.

Na ocasião, estiveram presentes o secretário da Justiça e Segurança Pública, Cel. Carlos Souza, o pró-reitor de planejamento, Prof. Erick Frank, a diretora de extensão, Kelly Huany, o Prof. Dr. Dilson Belforte e a Prof. Drª Sheila Trícia. As atividades estão previstas para iniciarem a partir do segundo semestre deste ano.


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