Farmácia – ý Universidade Federal do Amapá Fri, 18 Dec 2020 11:08:27 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png Farmácia – ý 32 32 Professor da ý torna-se membro titular da Real Academia de Farmácia da Espanha /professor-da-unifap-torna-se-membro-titular-da-real-academia-de-farmacia-da-espanha/ Fri, 18 Dec 2020 11:08:27 +0000 /?p=27333

A solenidade de posse será realizada posteriormente em razão do momento pandêmico.

O professor Dr. José Carlos Tavares Carvalho, do Laboratório de Pesquisa em Fármacos, do Departamento de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal do Amapá (ý), irá ingressar no quadro de Membros Titulares da Real Academia de Farmácia da Espanha. Tavares ocupará a cadeira de Acadêmico Correspondente Estrangeiro, que tem o tratamento mais ilustre. A Academia nomeia delegados em seus respectivos países, com a finalidade de representá-la em todos os atos oficiais para os quais é convidada

A deliberação considera se tratar de personalidade científica de grande prestígio em sua área de atuação. O processo de análise durou 12 meses e é definido conforme os pareceres favoráveis dos Acadêmicos em assembleia extraordinária, de acordo com o rito estabelecido no Estatuto da entidade. A solenidade de posse será realizada posteriormente em razão do momento pandêmico.

Real Academia de Farmácia da Espanha

A Real Academia de Farmácia da Espanha tem a sua origem em 1737, sua função é de incentivar a pesquisa e o estudo das Ciências Farmacêuticas e afins. Aconselhar o Governo da Nação, administrações públicas, organismos públicos, a Agência Espanhola de Medicamentos, Agências Científicas e Tecnológicas, e quaisquer instituições públicas ou privadas que o solicitem, em tudo o que se refira a Ciências Farmacêuticas e Medicamentos, e tudo o que se relacione com eles e com a promoção da saúde.

Os membros titulares ocupam cadeiras como cientistas notáveis.

 

 

 


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ATENÇÃO – As informações, as fotos, imagens e os textos podem ser usados e reproduzidos, integral ou parcialmente, desde que a fonte seja devidamente citada e que não haja alteração de sentido em seus conteúdos. Crédito para textos: ASSESP/ý
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Programas de Pós-Graduação organizam evento sobre tecnologias aplicadas à fármacos /programas-de-pos-graduacao-promovem-evento-sobre-tecnologias-aplicadas-a-farmacos/ Fri, 27 Nov 2020 13:00:57 +0000 /?p=26945

Os seminários e workshop são gratuitos e voltados para toda a comunidade científica de acadêmicos, pós-graduandos, professores e pesquisadores de áreas afins.

O Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas e o Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica da Universidade Federal do Amapá (PPGIF/ý), em parceria com as Universidades Federais do Amazonas, Goiás e Pará, promovem o IV Workshop do Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica e o VII Ciclo de Seminários em Ciências Farmacêuticas. O evento ocorrerá entre os dias 02 a 04 de dezembro de 2020, no pela plataforma Youtube.

O Workshop será on-line, as inscrições podem ser feitas por meio do site: O objetivo do IV Workshop do Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica é realizar o encontro com os coordenadores, docentes e discentes das instituições que fazem parte da Rede PPGIF (Universidade Federal do Amazonas – UFAM, Universidade Federal de Goiás, Universidade Federal do Pará – UFPA e Universidade Federal do Amapá – ý), para delinear as atividades dos próximos anos e estratégias de interação da Rede. Já o VII Ciclo de Seminários em Ciências Farmacêuticas busca promover ao pós-graduando a troca de experiências e a habilidade de produzir um evento científico.

Os seminários e workshop são gratuitos e voltados para toda a comunidade científica de acadêmicos, pós-graduandos, professores e pesquisadores de áreas afins, que possuam interesse em atualizações sobre métodos de ensaios biológicos e sobre tecnologias aplicadas à fármacos. Durante o workshop, serão apresentados resultados das atividades de pesquisas científicas e experiências de cotutela internacional da Rede PPGIF, além da reunião dos coordenadores da Rede para definir as atividades dos próximos anos e estratégias de interação.

Este ano, o VII Ciclo de Seminários em Ciências Farmacêuticas será organizado pelos discentes do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (mestrado) e do Programa de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica (doutorado). Os acadêmicos irão acompanhar estudos e experiências demonstradas pelos representantes da rede PPGIF (UFAM, UFG, UFPA; ý) nas suas respectivas áreas de atuação e pesquisa.

O encontro será composto por 09 apresentações de resultados de doutorandos e 05 conferências com convidados (Universidade Federal de Sergipe; Universidade Federal do Pará, Universidade Nacional Autônoma de México, Université de Guyane), com carga horária total de 20 horas.

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O workshop tem ocorrido de forma bienal e, sendo os anteriores, realizados de forma presencial na UFG (2014), UFAM (2016) e UFPA (2018). Em razão das normas oficiais de prevenção frente a COVID-19, este ano será sediado pela ý, de maneira on-line. De acordo com o coordenador do evento, Prof. Dr. José Carlos Tavares, “o encontro promove a troca de experiências, avalia os trabalhos desenvolvidos na Rede de Inovação Farmacêutica e propõe alternativas para superar eventuais impedimentos encontrados na execução das pesquisas e, assim, desenvolver Teses com qualidade e inovação”, explica.

Rede Colaborativa

Os Programas de Pós-Graduação em Inovação Farmacêutica (PPGIF), em nível de doutorado, são associados em Rede pelas Instituições de Ensino Superior UFG, UFAM, UFPA e ý. “A Rede qualifica pessoas em nível de doutorado e fortalece a formação de doutores na região para atender tantos as demandas estratégicas locais quanto nacionais”, explica Prof. Dr. Tavares.

A Rede é constituída por docentes e pesquisadores que atuam na área das Ciências Farmacêuticas e são comprometidos com o desenvolvimento regional, além da formação de recursos humanos em pesquisa para valorizar os recursos naturais locais, visando usá-los de forma sustentável na construção de produtos e processos inovadores.

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O evento será coordenado pelo Prof. Dr. José Carlos Tavares, Coordenador do PPGIF/ý e pelo prof. Dr. Irlon Maciel Ferreira, Coordenador do PPGCF/ý, com os Coordenadores Técnicos Agerdanio Andrade de Souza, Brenda Matsunaga Laurindo, Kelciane Conceição Cordeiro, Priscila Faimann Sales e Rosemary de Carvalho Rocha Koga, além da organização pelos alunos matriculados na disciplina de Seminários em Ciências Farmacêuticas II dos Programas PPGCF e PPGIF/ý.

Confira a PROGRAMAÇÃO OFICIAL

Texto: Divulgação/ASSESP-ý.


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Sociedade de Farmacognosia alerta sobre falsos tratamentos naturais para COVID-19 /sociedade-de-farmacognosia-alerta-sobre-falsos-tratamentos-naturais-para-covid-19/ Fri, 22 May 2020 15:12:18 +0000 /?p=21829

 

Em nota, a SBFgnosia alerta para o uso de substâncias naturais que não são eficazes para o tratamento da doença.

A Sociedade Brasileira de Farmacognosia (SBFgnosia) publicou nota à comunidade em que alerta para as informações falsas que dão conta sobre o uso de plantas medicinais, ou remédios caseiros a base de ervas para prevenir, tratar, e até mesmo curar a COVID-19. O fato tem levado, segundo o que informa a nota, parte da população a adotar medidas equivocadas, colocando em risco suas vidas e de outras pessoas.

O documento cita algumas das principais informações falsas sobre o uso, ou combinação de ervas e outros ingredientes, que são amplamente compartilhadas nas redes sociais para tratar, amenizar os sintomas ou curar a COVID-19. A SBFgnosia alerta que NÃO há, até esta data, nenhuma planta, extrato vegetal ou preparação a base de plantas que possam combater a COVID-19.

Confira abaixo o texto na íntegra:

NOTA À COMUNIDADE

Desde o início da pandemia provocada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2), inúmeras fake news a respeito do uso de plantas medicinais ou remédios caseiros a base de ervas para prevenir, tratar ou curar a COVID-19 têm surgido, sobretudo nas mídias sociais. Estas notícias falsas têm levado parte da população a adotar medidas equivocadas, colocando em risco suas próprias vidas e as de outras pessoas da comunidade.

As fake news mais recente trata-se do “boldo”, que seria capaz de curar em três horas os sintomas da COVID-19. As notícias não fazem distinção entre as espécies conhecidas popularmente como “boldo” (Peumus boldus, Plectranthus barbatus, Vernonia condensata e outras), além do que, não existem evidências científicas para nenhuma destas espécies que embasem o seu uso contra o coronavírus. Da mesma forma, outras notícias que circulam na internet desde meados de março de 2020 como chá de erva-doce; chá de limão, alho e folhas de jambu (associado a paracetamol); água de alho recém-fervida; chá de casca da quina-quina (murta-do-mato); água tônica; suco de limão; vapor de eucalipto; e tantas outras, são todas falsas.

Neste contexto, a Sociedade Brasileira de Farmacognosia (SBFgnosia) enfatiza que NÃO existe até esta data nenhuma planta ou extrato vegetal ou preparação a base de plantas que possam prevenir, tratar ou curar os sintomas da COVID-19. A Ծçã Mundial da Saúde, as sociedades científicas da área da saúde e as principais autoridades médicas do mundo inteiro reconhecem que não há nenhuma substância, vacina, planta ou qualquer outro recurso capaz de curar ou prevenir a doença. O uso de plantas medicinais para aliviar sintomas comuns aos resfriados e gripes é uma prática corriqueira, mas deve-se ter em mente que o uso indiscriminado de plantas ou extratos, ainda mais associados a medicamentos, pode provocar efeitos adversos, interações medicamentosas e quadros de intoxicação.

No momento, cientistas do mundo inteiro buscam incansavelmente um tratamento eficaz e seguro, pesquisando fármacos e produção de vacinas para a COVID-19, mas pelo menos por enquanto, não há evidências científicas robustas de que alguma substância possa tratar a doença. Portanto, no caso do novo coronavírus, a melhor forma de se prevenir ainda é o distanciamento social a higienização das mãos e dos objetos, e o uso de máscaras. Se puder, fique em casa!

Leopoldo C. Baratto
Presidente SBFgnosia

Acesse o documento no LINK


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Coronavírus | ý será parceira na produção local de álcool em gel /coronavirus-unifap-sera-parceira-na-producao-local-de-alcool-em-gel/ Fri, 27 Mar 2020 12:28:52 +0000 /?p=18885

 

O Laboratório do Curso de Ciências Farmacêuticas será utilizado em todo o processo.

A Universidade Federal do Amapá (ý) continua integrada com as outras instituições do Estado para ajudar no combate ao COVID-19. Desta vez a parceria é com a Universidade Estadual do Amapá (UEAP) e o Instituto de Pesquisas Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA), para produção local de álcool em gel para as unidades de saúde e transporte urbano.

O docente do Curso de Farmácia da ý, Prof. Tit. Dr. José Carlos Tavares, explica que a meta é que cada laboratório produza 500 litros de álcool em gel por dia, numa escala de 12 horas, totalizando 1.500 litros diários. A composição produzida é indicada pela Ծçã Mundial de Saúde (OMS), e serve tanto para higiene pessoal quanto para de objetos de uso diário como celulares e computadores. O laboratório de Ciências Farmacêuticas da ý será utilizado para produção do álcool em gel, sob coordenação do professor Tavares. Na produção também serão utilizados os laboratórios do IEPA e do curso de Engenharia Química da UEAP.

Laboratório de Farmácia da ý que será utlizado para produção do álcool em gel. Foto: José C. Tavares/Acervo pessoal.

Entenda do processo

A produção em escala depende da matéria-prima que é produzida por fornecedores de outros Estados. De acordo com o professor da ý, Dr. Rafael Pontes, estão em fase de aquisição por parte do governo estadual. “Integramos as três equipes, elas fecharam o projeto que ficou orçado em R$ 150.000,00 para que a gente pudesse equipar todos os três laboratórios com material e insumos para que produzam em escala”, explica. “Para a entrega ser feita da forma mais breve possível, estamos mobilizando apoio logístico do governo estadual”, explica o docente esecretário de tecnologia do estado do Amapá, Rafael Pontes.

Acadêmica no Laboratório de Farmácia da ý. Foto: José C. Tavares/Acervo pessoal.

O álcool em gel 70% é um produto antisséptico indicado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para esterilização de mãos, braços e objetos de contato diário contra vírus e bactérias. A composição em gel impede que o álcool evapore rapidamente para que atinja sua função desinfectante. Deve ser utilizado como apoio à higiene pessoal, não substituindo a lavagem das mãos com água e sabão. O uso hospitalar obrigatório do álcool em concentração entre 60% a 80% é regulamentado pelo Ministério da Saúde na RDC nº 42/2010.

Colaboração de texto: Iago Fonseca (Estagiário de Jornalismo/ ý)

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Curso de Farmácia alerta sobre uso da Hidroxicloroquina contra o Coronavírus /curso-de-farmacia-da-unifap-alerta-sobre-uso-da-hidroxicloroquina-contra-o-coronavirus/ Thu, 26 Mar 2020 12:27:48 +0000 /?p=18798

 

Os ex-alunos também estão sendo orientados sobre o uso racional do medicamento.

A hidroxicloroquina, medicamento usado no tratamento de doenças como malária e lúpus, ficou mais conhecida na última semana por seu suposto potencial no tratamento ao novo Coronavírus (COVID-19). O curso de Farmácia da ý publicou uma nota para orientar e informar a comunidade sobre os riscos do uso do medicamento sem prescrição médica.

Em nota divulgada essa semana, a coordenação do Curso afirma que “todos os estudos ainda estão em fase inicial. Pouco se sabe sobre sua eficácia e segurança”. Também recomendam que a população se informe com um farmacêutico sobre a melhor forma de se prevenir do coronavírus.

O Coordenador do Curso de Farmácia da ý, Prof. Dr. Rodrigo Cruz, explica que os professores do colegiado orientaram também os ex-alunos. “Nossos alunos hoje estão nas farmácia e drogarias como farmacêuticos. Foi por eles que soubemos da falta da Cloroquina no mercado. Os orientamos e depois lançamos a nota à comunidade”, destaca o docente.

Preocupação da ANVISA

Na semana passada, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) também fez esclarecimentos sobre o uso da hidroxicloroquina e da cloroquina no combate ao coronavírus.Em nota, a Anvisa afirmou que “apesar de promissores, não existem estudos conclusivos que comprovam o uso desses medicamentos para o tratamento da Covid-19. Portanto, não há recomendação da Anvisa, no momento, para a sua utilizaçãoem pacientes infectados ou mesmo como forma de prevenção à contaminação pelo novo coronavírus”.

Confira a Nota da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI)

Colaboração de texto: Mayra Carvalho (Estagiária de Jornalismo/ ý)

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