Licenciatura Intercultural Indígena – ý Universidade Federal do Amapá Thu, 03 Mar 2022 13:56:13 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png Licenciatura Intercultural Indígena – ý 32 32 Publicado editais do Processo Seletivo Unificado para Indígenas e Quilombolas /sao-128-vagas-disponibilizadas-para-seis-cursos-de-graduacao/ Wed, 23 Feb 2022 14:01:18 +0000 /?p=31359

 

 

Inscrições iniciam dia 25 de fevereiro.

Os editais do Processo Seletivo Unificado (PSU) para indígenas e quilombolas foram publicados na tarde de ontem, 22 de fevereiro. A seleção é válida para o ingresso nos cursos de graduação do campus Binacional do Oiapoque / ý. Serão disponibilizadas 128 vagas para ingresso de indígenas no curso de Licenciatura Intercultural Indígena; e de indígenas e quilombolas nos cursos de Ciências Biológias, Enfermagem, Geografia, Letras/Francês e Pedagogia.

As inscrições serão realizadas, via internet, no endereço eletrônico www.depsec.unifap.br/concursos, mediante o reenchimento do formulário de inscrição constante no próprio site. Os candidatos aos cursos de Ciências Biológias, Enfermagem, Geografia, Letras/Francês e Pedagogia podem efetuar a inscrição entre os dias 25 de fevereiro a 07 de março. Já para os candidatos ao curso de Licenciatura Intercultural Indígena, o registro para concorrer às vagas deve ser feito entre 25 de fevereiro a 25 de março de 2022.

As etapas de seleção irão constar de memorial descritivo e entrevista. Os cronogramas com datas de entrevistas, defesas de memoriais, resultados, prazo para recursos e outros podem ser obtidas em dois editais distintos: e . Acesse e acompanhe!


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Licenciatura Indígena é contemplada pelo Prêmio Rubens Murillo Marques, da FCC /licenciatura-indigena-e-contemplada-pelo-premio-rubens-murillo-marques-da-fcc/ Fri, 26 Nov 2021 22:07:40 +0000 /?p=30816

Projeto realizado durante a disciplina Etnobotânica Indígena envolveu nove povos Indígenas.

O projeto “Herbário intercultural: material didático na formação do educador indígena na Amazônia”, de autoria dos docentes do curso de Licenciatura Intercultural Indígena da Universidade Federal do Amapá (ý), prof. Ms. Agerdânio Andrade de Souza e profa. Ms. Maria Adriana Leite, é um dos contemplados da 11ª edição do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques, da Fundação Carlos Chagas. O concurso nacional é uma iniciativa que busca a valorização e a divulgação de experiências educativas realizadas por docentes de cursos de licenciatura do Brasil. Além da ý, serão agraciados projetos da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc). A cerimônia de premiação ocorreu nesta sexta-feira, 26.

Para o prof. Ms. Agedrdânio Souza e a profa. Ms. Maria Adriana Leite, estar entre os três finalistas em um dos concursos da área de educação mais reconhecidos do país foi uma surpresa. “A gente não esperava porque passa por uma seleção com 100 pareceristas que a Fundação Carlos Chagas (FCC) disponibiliza para fazer a avaliação, que seleciona dez projetos. A gente já achou bom demais ficar entre os dez, não imaginávamos ficar para final, e quando saiu o resultado foi uma alegria, tanto para os alunos indígenas da Licenciatura Intercultural Indígena como para nós, professores, porque a ý, chegar pela segunda vez na final de um dos prêmios mais concorridos da educação, mostra que a Universidade tem crescido, tem avançado e que nossas práticas [pedagógicas] têm melhorado a cada dia”, avalia o prof. Ms. Agerdânio Souza.

“Nós submetemos a proposta sem criar muitas expectativas, acreditávamos que podíamos concorrer ao edital porque preenchíamos alguns requisitos, mas nós sabíamos que a concorrência com o restante do país era muito grande. Sem sombra de dúvida, foi uma surpresa gente, uma surpresa muito positiva, porque nos proporcionou dar visibilidade para a Região Norte em um evento tão importante no contexto da educação brasileira, da educação diferenciada”, complementa a profa. Ms. Maria Adriana Leite.

O projeto – A proposta do projeto “Herbário intercultural: material didático na formação do educador indígena na Amazônia” surgiu a partir das aulas de Etnobotânica Indígena, em resposta às demandas dos acadêmicos do curso, que gostariam que o conhecimento e as atividades realizadas durante as aulas pudessem ser aplicados nas aldeias indígenas onde moram.

“Buscamos saber quais eram os conhecimentos tradicionais deles em relação às plantas medicinais e integralizamos junto com a matriz curricular da disciplina e os artigos que tínhamos dentro da ý e a partir daí a gente começou a construir o herbário com material reciclado que existiam nas aldeias e de fácil uso e manuseio. Depois estudamos como fazer a taxonomia [ramo da biologia responsável pela identificação e classificação de todos os animais e plantas] indígena e o próximo passo foi buscar amostras das plantas utilizadas pela medicina tradicional deles. Foram realizados seminários e construídos também mapas mentais para fixar o conhecimento e poder levar às aldeias como material didático de uso nas escolas”, explica o prof. Ms. Agerdânio Souza.

Para a Profa. Maria Adriana Leite, um dos principais desafios durante a realização do projeto foi a diversidade de línguas presentes em sala de aula. “Nós trabalhamos com algumas etnias indígenas e eles falam em línguas diferentes. Em alguns momentos, por exemplo, na hora de classificar [as plantas estudadas], eu que sou não-indígena tenho uma classificação, eles têm uma classificação diferente, então isso foi um desafio para nós”, aponta.

O Prêmio – Criado em 2011, o Prêmio Professor Rubens Murillo Marques é uma iniciativa da FCC que valoriza e divulga experiências educativas, propostas e realizadas por docentes dos cursos de Licenciatura na formação de professores para a educação básica. Além do mérito e do reconhecimento conferido a essas experiências, os premiados são agraciados com um prêmio em dinheiro e um troféu.

A cada edição, a seleção dos vencedores do Prêmio Professor Rubens Murillo Marques é realizada por uma Comissão Julgadora, composta por especialistas na área da formação docente do projeto inscrito. É considerada a metodologia de ensino retratada na utilização de estratégias que tenham sido criadas, agregadas ou adaptadas pelo autor do trabalho visando ao aprendizado da docência. Mais informações em https://www.fcc.org.br/fcc/premios/premio-rubens-murillo-marques.

* Com informações da Fundação Carlos Chagas

Fotos: پܱçã

 

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±á discutirá criminalização de práticas indígenas tradicionais /webinario-discutira-criminalizacao-de-praticas-indigenas-tradicionais/ Thu, 01 Apr 2021 03:03:33 +0000 /?p=28499

Evento online, que conta com o apoio do MPF-AP, ocorrerá em 9 e em 29 de abril.

O Curso de Licenciatura Intercultural Indígena da ý, ofertado nocampusBinacional,promoverá nos próximos dias 9 e 29 de abril o ±á‘Diálogos Indigenistas: criminalização de práticas tradicionais’. Com apoio do Ministério Público Federal (MPF) e de outros órgãos e entidades, a promoção do debate busca abordar casos concretos, com ênfase nos povos indígenas do Amapá e do norte do Pará.

Interessados devem fazer a inscrição para o evento online pelo formulário disponível em:.

No primeiro dia, na sexta-feira (9), o ɱá contará com a mediação do procurador da República Alexandre Guimarães, que atua na temática indígena no MPF no Amapá. A programação prevê a explanação de três indígenas sobre casos concretos de criminalização de práticas tradicionais e a apresentação da Fundação Nacional do Índio (Funai) sobre tratamento processual dos casos narrados.

Já na quinta-feira (29), a programação do segundo dia de evento contará com palestrantes de instituições do judiciário e representantes do movimento indígena. A temática do debate continuará a mesma: aspectos jurídicos e indigenistas de casos judiciais envolvendo direitos e práticas tradicionais indígenas.

O ɱá será transmitido pelo Youtube, com início sempre às 16h. Certificados serão emitidos para aqueles que participarem dos dois dias de evento e preencherem o formulário de frequência. Além do MPF, também colaboram com o ɱá a Funai, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, a Justiça Federal do Estado do Amapá, a Defensoria Pública da União, a Procuradoria Federal junto à Funai no Amapá, o Ministério Público do Estado do Amapá e a Defensoria Pública do Estado do Amapá.

 

ç:

±á Diálogos Indigenistas: criminalização de práticas tradicionais
Data: 9 e 29 de abril
Hora: 16h às 18h
Local: Canadl do Youtube do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena/campus Binacional da ý ()
Բçõ:

*Com informações da coordenação do Curso de Licenciatura Intercultural Indígena

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