ministério da saúde – ý Universidade Federal do Amapá Fri, 23 Oct 2020 22:42:51 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png ministério da saúde – ý 32 32 Ministério da Saúde lança nova campanha de estímulo a doação de órgãos /ministerio-da-saude-lanca-nova-campanha-de-estimulo-a-doacao-de-orgaos/ Mon, 05 Oct 2020 13:15:10 +0000 /?p=25521

 

A campanha de conscientização de órgão segue até 23 de outubro.

Dia 27 de setembro é o Dia Nacional de Incentivo à Doação de Órgãos. Apesar de a data já ter passado, o estímulo para a doação ainda é o mesmo. Neste momento de pandemia causado pelo cǰDzԲíܲ, no mundo inteiro e no Brasil têm sido observadas queda nas doações de órgãos e nas realizações de transplantes, tornando-se um desafio para os países.

São muitos osesforços para manutenção das doações, quanto para garantir a segurança das equipes de saúde e dos pacientes. Diante disso, o Ministério da Saúde lançou uma nova campanha de conscientização sobre a importância da doação de órgãos no fim de setembro e segue até 23 de outubro que contará com filme, spot de rádio, peças de mídia exterior, peças de internet e redes sociais para divulgação da importância de se doar órgãos.

Doação de órgão durante a pandemia

De janeiro a julho de 2019 foram realizados 15.827 transplantes, no entanto, no mesmo período em 2020, o número de procedimentos foi de 9.952. Alguns centros de transplantes conseguiram manter suas unidades ativas e livres da Covid-19 e hospitais de grande porte de transplantes, mas os números ainda são baixos. A queda dos transplantes começou a ser observada na segunda quinzena de março, quando a pandemia começou no Brasil e seguiu os casos de notificação da Covid-19. Os estados mais afetados, com sobrecarga no sistema de saúde, foram obrigados a reduzir ou, algumas vezes, paralisar o programa de transplante. Contudo, à medida que a situação ficou controlada, o programa foi retomado

Em contrapartida, o Ministério da Saúde tem observado tendência ao aumento dos consentimentos familiares para a doação de órgãos no primeiro semestre de 2020, atribuindo o crescimento ao trabalho voltado a divulgação de informações. “O aumento na taxa de autorização, chegando este ano a uma média de 68,2%, é fruto de uma sociedade mais consciente do seu papel e da importância do gesto de doar. Por isso, é importante que os parentes e pessoas próximas saibam da vontade do seu familiar em ser doador”, ressalta o ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello.

A vida precisa continuar. Doe órgãos.

Fonte:


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Sistema ajudará a mapear informações pertinentes a Educação em Saúde no Brasil /sistema-ajudara-a-mapear-informacoes-pertinentes-a-educacao-em-saude-no-brasil/ Thu, 01 Oct 2020 13:50:46 +0000 /?p=23868

 

SIMAPES irá identificar demandas para cursos e permitirá melhoria da qualidade de formação de profissionais da área.

O Ministério da Saúde lançou o Sistema de Mapeamento em Educação na Saúde (SIMAPES), que vai permitir a coleta, análise e disponibilização de informações pertinentes a educação em saúde no Brasil. O sistema será interligado a cinco bancosde dados, onde será possível identificar as demandas de cada região, com o objetivo de melhorar as práticas educacionais.

“Nós criamos um sistema de mapeamento em saúde, temos um banco de Business Intelligence formado por cinco sistemas que vão estar agregados e que vão possibilitar não só o ministério da saúde, a oferta de informações ao MEC para abertura de novos cursos de saúde, mas sobretudo para que a gente possa ter inúmeras informações que vão subsidiar gestores para a adoção de boas práticas” explicou a secretária de gestão do trabalho da educação na saúde, Mayra Isabel Pinheiro.

Os bancos de dados citados serão o (Sistema eletrônico de acompanhamento dos processos que regulam a educação superior no país), o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde (CNES), Contrato Organizativo de Ação Pública de Ensino-Saúde (COAPES) e o E-SUS Atenção Básica. Além de ajudar a identificar as demandas e necessidades de cada região, também poderá ser possível observar se o local ou o serviço de saúde possui estrutura necessária para ampliar ou criar cursos na área da saúde.

Segundo Mayra, o sistema foi inspirado no Relatório Flexner “que colocou o Canadá e Estados Unidos como referencia internacional no processo de formação dos seus profissionais”. o Relatório Flexner se trata de um estudo escrito por Abraham Flexner publicado em 1910, que promoveu uma reforma da educação médica nos Estados Unidos e Canadá levando a consolidação de um modelo muito conhecido hoje em dia, de escolas médicas integradas e universidades ligadas a hospitais-escola.

Colaboração de texto: Jeanne Maciel (Estagiária de Jornalismo/ý).

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Ministério da Saúde lança projeto de suporte psicológico a profissionais do SUS /ministerio-da-saude-lanca-projeto-de-suporte-psicologico-a-profissionais-do-sus/ Mon, 01 Jun 2020 13:39:52 +0000 /?p=22112

 

As teleconsultas ficarão disponíveis até setembro de 2020, com expectativa de atendimento a 10 mil profissionais de saúde.

OTelePSI, iniciativa do Ministério da Saúde (ME) em parceria com o Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA), é um projeto que oferece apoio psicológico aos profissionais de saúde que trabalham no enfrentamento da COVID-19. Já disponível, a central de atendimento funciona de segunda a sexta-feira, no horário de 8h às 20h, através de videochamadas. O TelePSI, que obtém um investimento federal de 2,3 milhões, surgiu pela necessidade de suporte emocional aos profissionais, que expostos aos riscos de contaminação diariamente, podem acarretar ansiedade, depressão, estresse e outros.

A equipe de atendimento conta com 36 profissionais de Psicologia e Psiquiatria que passaram por cursos de capacitação para atuar no projeto. A previsão é que o TelePSI alcance pelo menos 10 mil profissionais de saúde, de todas as categorias que atuam no combate a COVID-19, como médicos, biomédicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, nutricionistas e farmacêuticos.

Segundo Maria Dilma Teodoro, diretora substituta do Departamento de Ações Programáticas Estratégicas do Ministério da Saúde, houve um aumento significativo de profissionais com sintomas de estresse, ansiedade e depressão. “Com o TelePSI conseguiremos evitar que esse sofrimento psíquico se agrave e se transforme em algo mais grave”, afirma Maria.

Além das teleconsultas, o projeto irá distribuir manuais e vídeos relacionados à psicoterapia, para que o conteúdo possa alcançar mais profissionais. A iniciativa de usar a psicoterapia em teleatendimento, diante das circunstâncias atuais de pandemia, é vista pela primeira vez, e será usada como base em pesquisas sobre a eficácia de diferentes modalidades de psicoterapia.

Sobre o atendimento

O primeiro contato deve ser feito por telefone, através do número 0800 644 6543, onde será feito o cadastro, avaliação e escolha de horários de atendimento. As teleconsultas são feitas por videochamada, onde os profissionais do projetam usam estratégias de intervenção em situações de crise, por meio de psicoeducação, psicoterapia cognitivo-comportamental e psicoterapia interpessoal. Em casos mais graves, os pacientes serão encaminhados para o atendimento psiquiátrico, e se necessário o uso de remédios, para a rede de saúde local.

Arte: Divulgação Ministério da Saúde

Tome nota

O TelePSI faz parte do programa TeleSUS, que disponibiliza o teleatendimento clinico para a população, uma iniciativa do Ministério da Saúde. Atualmente, 3,4 milhões de pessoas estão em acompanhamento pelas plataformas TeleSUS.

Arte: Divulgação Ministério da Saúde

Acompanhe a plataforma do TelePSI:

Colaboração de Texto: Fernanda Miranda (Estagiária/ý) – Escritório Modelo “ý Notícias” 2020.

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Ministério da Saúde recomenda uso de máscaras de tecido para proteção contra a Covid-19 /ministerio-da-saude-recomenda-uso-de-mascaras-de-tecido-para-protecao-contra-a-covid-19/ Tue, 07 Apr 2020 13:00:22 +0000 /?p=19512

 

O Órgãoorienta a produção de modelos simples, de pano, que também funcionam como barreiras na propagação do cǰDzԲíܲ.

Em meio a atual crise pandêmica do novo cǰDzԲíܲ (COVID-19), o Ministério da Saúde (MS) recomenda à população o uso de máscaras, incluindo as de tecido. Anteriormente, o uso de máscaras em pessoas saudáveis, para proteção contra o vírus, foi invalidado. A recomendação de usar máscaras alcançava somente profissionais de saúde e pessoas que apresentavam sintomas de gripe.

Uma campanha digital mobilizando a população para o uso e produção de máscaras de pano será lançada pelo Ministério da Saúde. O uso do tecido é uma saída para a população, já que as máscaras cirúrgicas estão em falta no mercado pela grande procura nos últimos meses. O Governo informa que profissionais de saúde e sintomáticos de cǰDzԲíܲ devem ter prioridade no uso de máscaras cirúrgicas e de maior proteção, como a N95.

“Usar máscaras de tecido é uma alternativa de grande importância para a população saudável, pois bloqueia duas portas de entrada do cǰDzԲíܲ: a boca e o nariz. É importante ressaltar que a máscara de tecido deve ser lavada após o uso, para evitar transporte de doenças para a sua casa”, explica o docente do Colegiado de Medicina da ý, Prof. Dr. Achiles Eduardo Pontes Campos.

Recomendações do MS sobre a fabricação e uso de máscaras de tecido,:

  • Uso individual;
  • Podem ser feitas em tecido de algodão, tricoline, TNT ou outros;
  • As máscaras devem ser dupla face, com pelo menos duas camadas de pano;
  • Sejam feitas nas medidas corretas, cobrindo totalmente a boca e nariz, sem deixar espaços nas laterais do rosto;
  • Podem ser usadas por até duas horas, após isso, é necessário trocar por uma limpa. O ideal é cada indivíduo ter no mínimo duas máscaras;
  • Lave as máscaras usadas com água sanitária;
Colaboração de texto: Fernanda Miranda (Estagiária de Jornalismo/ý)

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Cursos da Saúde da ý se manifestam sobre estágio voluntário na COVID-19 /cursos-da-saude-da-unifap-se-manifestam-sobre-estagio-voluntario-na-covid-19/ Tue, 31 Mar 2020 15:11:58 +0000 /?p=18881

 

Apenas uma coordenação da área da Saúde da Universidade aprovou a proposta.

Na sexta-feira, 20 de março, o Ministério da Educação (MEC), autorizou o estágio voluntário de estudantes dos cursos de medicina, dos dois últimos semestres, e de enfermagem, farmácia e fisioterapia que estejam no último ano da graduação. O objetivo é auxiliar no combate contra a COVID-19, nas unidades de saúde locais.

Na Universidade Federal do Amapá (ý) apenas o curso de Medicina indicará acadêmicos para integrar de forma auxiliar no enfrentamento da pandemia. No dia 25 de março, foi realizada videoconferência entre a coordenação, professores e alunos para verificar a possibilidade do estágio voluntário dos discentes do curso. Os envolvidos decidiram realizar uma lista de convocação de voluntários interessados, tanto discentes quanto docentes do colegiado. A exceção são pessoas do grupo de risco, conforme orientações das normativas de prevenção ao CǰDzԲíܲ, publicadas pelo Governo do Amapá.

Carência de profissionais

Quanto ao local para onde serão encaminhados, o coordenador do curso, Prof. Dr. Alberto Paes, salienta que algumas Unidades de Pronto Atendimento – UPAs, e Unidade Básica de Saúde – UBS, proíbem a presença de estagiários no contexto atual, assim como outras não carecem de profissionais. Entretanto, a coordenação de medicina aguarda a indicação do comitê ao cǰDzԲíܲ, sobre o local de atuação dos universitários na cidade.

A coordenação do curso de Enfermagem manifestou contrária a proposta do MEC, devido à falta de recursos e quantidade de docentes suficientes para supervisão dos acadêmicos. “A ý deve garantir o seguro do acadêmico. Outro ponto seria a prefeitura disponibilizar os espaços e os Equipamentos de Proteção Individual (EPI)”, explica o coordenador do curso, Prof. Dr. Rubens Menezes. A coordenação segue o posicionamento da Associação Brasileira de Enfermagem – ABEn, a qual alega que os estudantes estão em processo de formação sem o acumulo de experiências necessárias para enfrentar a atual crise da saúde.

Com apenas 16 docentes no colegiado de Fisioterapia, a proposta também não foi aderida, uma vez que os acadêmicos precisam da supervisão de um professor. A coordenadoraProfa. Dra. Vânia Ferreira enfatiza que não possuem EPI para levar estudantes para campo de estágio em meio a Pandemia do novo CǰDzԲíܲ.

Colaboração de texto: Letícia Amorim (Estagiária de Jornalismo/ ý)

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