Mulheres na Computação – ý Universidade Federal do Amapá Thu, 27 Aug 2020 16:30:43 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.6 /wp-content/uploads/2019/05/cropped-cute-easter-t-shirt-design-template-37f2-1-32x32.png Mulheres na Computação – ý 32 32 Projeto ‘Mulheres na computação: de norte a sul’ organiza encontros virtuais /projeto-mulheres-na-computacao-de-norte-a-sul-promovera-troca-de-experiencias-atraves-de-lives-2/ Thu, 27 Aug 2020 16:30:43 +0000 /?p=24538

 

A primeira live será transmitida nesta sexta-feira 28 de agosto.

O Projeto de Extensão Universitária ‘Meninas na Computação’, da Universidade Federal do Amapá (ý) lança nesta sexta-feira, 28 de agosto, um novo projeto em parceria com o ‘Gurias na Computação’, da Universidade Federal do Pampa, o ‘Mulheres na Computação: de norte a sul’. O objetivo da ação é promover uma série de lives quinzenais para debater temas relacionados sobre mulheres, ciência e tecnologia.

Ao todo estão previstos 15 encontros com transmissão no canal no YouTube do projeto Meninas na Computação, a partir dás 19h. Neste primeiro contará com a apresentação da Coordenadora do projeto da ý, Profa. Patrícia Araújo e da Coordernadora do Gurias na Computação, Profa. Letícia Gindri. A primeira live será a apresentação e abertura do novo projeto.

Sobre a iniciativa

Os projetos fazem parte da Sociedade Brasileira de Computação (SBC) que reúne projetos do Brasil inteiro no ‘Programa Meninas Digitais’, de incentivo a meninas interessadas nas áreas de computação. Entre eles está o Meninas na Computação, da ý, e o Gurias da Computação, da UNIPAMPA.

O Projeto ‘Mulheres na Computação: de norte a sul’ surgiu da ideia de promover uma troca de experiências com as representantes de projetos integrados ao programa, mulheres que já estão atuando no mercado da computação, graduandas e egressas.

De acordo com a coordenadora do ‘Meninas na Computação’, Profa. Patrícia Araújo, gerar a conversa com mulheres e meninas, de todo o Brasil destacará a pluralidade de experiências que existe de uma região para outra no país.“A ideia é trazer várias vozes, para mostrar que, sim, mulher tem espaço, pode seguir na carreira e que pode ser bem sucedida”, ressalta a docente.

Colaboração de Texto: Letícia Amorim (Estagiária de Jornalismo/ý).

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