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Boletim de TV “ý dzí” segue com produção remota inclusiva

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Produção conta com a parceria do Colegiado de Letras Libras / Português na tradução para a Língua Brasileira de Sinais

A Assessoria Especial da Reitoria (ASSESP) e o Escritório Modelo “ý dzí” seguem com produções jornalísticas e campanhas institucionais em teletrabalho para a Universidade Federal do Amapá (ý). O boletim de TV “ý dzí” produzido pela equipe, apresenta as principais notícias e ações da Universidade e da comunidade acadêmica, em vídeos curtos noe , com tradução para a Libras.

“ý dzí”

O primeiro boletim informativo “ý dzí” foi lançado em setembro de 2019, com a proposta de divulgar notícias e informações essenciais da Universidade para a comunidade acadêmica e a população amapaense.

Com produção contínua de segunda a sexta-feira, a produção é executada pelas estagiárias Mayra Carvalho, Janaina Pelaes e Fernanda Miranda, da ASSESP e Escritório Modelo ‘ý dzí”, que dá nome ao informativo, com coordenação do jornalista Kleber Soares e edição de Ingrid Borges.

Primeiro boletim de TV com tradução para a Libras foi lançado no dia 27 de abril de 2020. Imagem: Reprodução/ASSESP

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O colegiado de Letras Libras/Português, em parceria com Pró-Reitoria de Gestão de Pessoas e a ASSESP, colabora com a tradução diária do boletim para a Lingua Brasileira de Sinais. O material é enviado pela ASSESP para o colegiado, que realizam o estudo de verificação, tradução e adequação linguística para a Língua Brasileira de Sinais. “Após a gravação da interpretação, o vídeo é revisado pela equipe do colegiado e por um tradutor de Libras. Há uma escala de seis tradutores, que realizam traduções para o Boletim de TV, o projeto Fisio em Casa e Lives do colegiado de Letras Libras/Português em associação com a ASTILAP (Associação dos Intérpretes de Libras do Amapá) e o SINDUFAP (Sindicato dos Docentes da ý)”, explica Rodrigo Ferreira, Intérprete do curso de Letras Libras/Português.

Equipe traduz diariamente os Boletins de TV. Imagem: Acervo/ASSESP

A universidade possui cerca de 50 pessoas com deficiência auditiva, entre professores, servidores e acadêmicos, além de usuários dos serviços da universidade e do colegiado de Letras Libras/Português como o Cursinho Preparatório para o ENEM. “Devemos dar acesso a comunidade surda em qualquer lugar. A universidade tem o dever de trazer as traduções porque temos alunos e professores surdos, além de atender uma comunidade que tem mais de 15 mil surdos”, enfatiza a Prof. Natália Almeida Braga Vasconcelos, Coordenadora do curso de Letras-Libras/Português.

A Libras é a segunda língua oficial brasileira, formalizada pela de 24 de abril de 2002 e reconhecida como idioma, por possuir termos próprios independentes e não somente a tradução gestual da língua portuguesa. O regulamenta o ensino da Língua Brasileira de Sinais como disciplina obrigatória nos cursos de formação de professores em nível médio e superior nas instituições públicas e privadas.

Colaboração de Texto: Iago Fonseca – (Estagiário de Jornalismo/ ý) – Escritório Modelo “ý dzí”.

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