Editora Universitária publica e-books com artigos acadêmicos de IC

A editora Universitária publicou na manhã de hoje, 22, cinco novas coletâneas de artigos em formato de e-books.

Os livros são resultados dos projetos de pesquisa de acadêmicos do programa de Iniciação Científica (IC) da Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½) ao longo de cinco anos (2012 a 2016), e estão disponíveis na página do (DPQ) da instituição.

As coletâneas são divididas por áreas do conhecimento: ciências biológicas, da saúde, exatas, humanas e educação e linguística.

A iniciativa é parte das comemorações dos 11 anos do início das atividades de iniciação científica na Universidade.

Essa é a segunda vez que esses trabalhos são coletados e publicados.

A intenção é que esse processo se repita a cada cinco anos.

“A iniciação científica inaugura a inserção do jovem cientista no mundo da pesquisa.

Ao percorrer, com o suporte de orientador as experiências do processo investigativo, o ingressante na IC compreende novos conceitos e referências, metodologias específicas, dentre tantas outras atuações”, afirmou a pró-reitora de pós graduação e pesquisa, Helena Simões.

A pró-reitora é uma das organizadoras da coletânea junto com o diretor do DPQ, professor Alaan Ubaiara Brito, e da secretária do DPQ, Cris Evelin Dalmácio.

As pesquisas publicadas em formato de e-books podem servir de apoio para trabalhos acadêmicos futuros, além de garantir aos autores pontuações em caso de seleção para mestrados e doutorados.

Alguns trabalhos não constam na coletânea por já terem sido publicados anteriormente em partes de livros ou revistas.

Iniciação Científica Helena Simões lembra que na ÌìÃÀ´«Ã½ os primeiros bolsistas de iniciação científica foram contemplados por meio de um edital divulgado em 2005, resultando em 17 ingressantes.

No ano seguinte, em 2006, já regido pelas normas do Programa de Iniciação Científica da Universidade (Probic), foram oferecidas outras 15 bolsas, somadas a 10 cotas provenientes do Programa ÌìÃÀ´«Ã½ de Iniciação Científica (Pibic) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

“Gradativamente a iniciação científica seguiu consolidando-se e, em 2010, fora aprovado o Programa de Iniciação Voluntária (PROVIC), que regulamentou a atuação de alunos que desenvolviam ou tinham interesse em desenvolver atividades de pesquisa, ainda que sem aporte de bolsas”.

Em 2017, os números demonstram que os Programas de Iniciação Científica da ÌìÃÀ´«Ã½ e do CNPq ampliaram-se.

Atualmente, temos 41 bolsistas Probic/ÌìÃÀ´«Ã½; 46 bolsistas Pibic/CNPq; 02 bolsistas Pibiti/CNPq; 05 bolsistas Pibiti/ÌìÃÀ´«Ã½ e 17 bolsistas Pibic/EM/CNPq.

“Os trabalhos que ora apresentamos propõem-se A estimular outros jovens a produzir novos conhecimentos”, assegurou Helena Simões.