O atendimento ao público na Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½) será expandido para até à s 20h em alguns setores dos campi Marco Zero do Equador, em Macapá, e Binacional do Oiapoque.
A adoção de 12 horas contÃnuas de atendimento começa hoje, 14.
No campus Marco Zero do Equador, na capital amapaense, a Coordenação do curso de Direito, Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH), Biblioteca Central, Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI), Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), Coordenadoria de Ensino de ³Ò°ù²¹»å³Ü²¹Ã§Ã£´Ç (Coeg) e Departamento de Registro e Controle Acadêmico (Derca) irão atender o público das 8h à s 20h, ininterruptamente.
No campus Binacional do Oiapoque, Biblioteca e Divisão de Registro e Controle Acadêmico (Dirca) também expandem seu atendimento para o mesmo horário.
A ampliação do atendimento ao público nestes setores faz parte da implantação do estudo avaliativo para a implantação da jornada de trabalho flexibilizada em turnos contÃnuos para os servidores técnicos-administrativos em educação da instituição (TAEs).
O projeto foi elaborado pela Comissão de Estudos para a Flexibilização da Jornada de Trabalho dos Técnicos-administrativos em Educação (Coflex), criada pela Portaria nº 1.
288/2015.
A Coflex pretende estender o atendimento para 12 horas diárias ininterruptas, deixando para trás o atual modelo de funcionamento da instituição, baseado no horário comercial de 8 horas com intervalo para o almoço.
Para atingir tal objetivo será inevitável flexibilizar jornada de trabalho, dividindo os servidores em equipes por turnos contÃnuos de 6 horas.
Seguindo o modelo de dezenas de instituições federais de educação superior do Brasil, a ÌìÃÀ´«Ã½ irá experimentar, pelo perÃodo de 90 dias para posteriormente avaliar e encaminhar o resultado à apreciação dos membros do Conselho Superior Universitário (Consu), a ampliação do seu horário de atendimento ao usuário.
Como vai funcionar O estudo piloto de jornada flexibilizada em turnos contÃnuos será realizado em etapas que ocorrerão no perÃodo de dezembro de 2015 a março de 2016.
Inicialmente, o estudo ocorrerá em setores que fazem atendimento ao público de forma contÃnua e frequente, nos campi Marco Zero do Equador e Binacional, com horário de funcionamento das 8h à s 20h sem intervalo para o almoço.
São eles: * Campus Marco Zero do Equador (Macapá-AP): todos os setores da Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep); Biblioteca Central, Coordenadoria de Ensino de ³Ò°ù²¹»å³Ü²¹Ã§Ã£´Ç (Coeg) e Departamento de Registro e Controle Acadêmico (Derca), da Pró-reitoria de ³Ò°ù²¹»å³Ü²¹Ã§Ã£´Ç (Prograd); Núcleo de Tecnologia da Informação (NTI); Equipe do Departamento de Filosofia e Ciências Humanas (DFCH) e técnicos-administrativos da Coordenação do curso de Direito; * Campus Binacional do Oiapoque: Biblioteca e Divisão de Registro e Controle Acadêmico (Dirca).
Três questionários serão aplicados antes e depois da implantação do estudo do piloto às comunidades acadêmica e externa, abordando questões relativas ao atendimento oferecido pelas unidades, bem como os impactos decorrentes do processo de flexibilização da jornada de 30 horas para instituição e para os trabalhadores da Universidade, envolvendo os seguintes sujeitos: TAEs, chefias, docentes, discentes e comunidade externa.
Após três meses de teste nos setores escolhidos e posteriormente à coleta dos dados dos questionários, os resultados serão analisados e inseridos em um relatório final que será submetido como proposta final à reitoria para apreciação e deliberação do Conselho Superior Universitário (Consu).
Caso a proposta seja aprovada, ocorrerá a última etapa: a criação de uma comissão responsável pela implementação da jornada flexibilizada e turnos contÃnuos, que será responsável pela continuidade da flexibilização de forma escalonada nos demais setores da ÌìÃÀ´«Ã½.
Mais informações podem ser obtidas na página da Coflex no site da ÌìÃÀ´«Ã½ (http://www2.
unifap.
br/coflex/), pelo e-mail mailto:coflex@gmail.com ou pelos telefones 99121-8191 e 98112 4165 (José Pery Jr, presidente da Coflex).
*Texto: Jacqueline Araújo e Rafael Saldanha
