Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica promove ação em Mazagão

O projeto “Implementação do Núcleo de Estudos em Agroecologia e Produção Orgânica (NEA-AP)”, desenvolvido em parceria pela Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) promoveu o Seminário de Educação no Campo e Agroecologia na última sexta-feira, no município de Mazagão.

O encontro buscou reflexões e intercâmbios entre experiências da área, bem como construir iniciativas e ações conjuntas para contribuir nas diretrizes político-pedagógicas para o desenvolvimento rural sustentável no estado do Amapá.

A junção de forças entre a universidade e Embrapa, além de outros parceiros como o Instituto de Desenvolvimento Rural do Amapá (Rurap), Instituto Federal do Amapá (Ifap) e Escola Agrícola do Carvão, no município de Mazagão, possibilitou a aprovação do projeto em 2013 e início das atividades em janeiro de 2014.

Segundo a coordenadora do NEA, professora Ana Cláudia Leite, a proposta é ampliar e consolidar a participação de diversas licenciaturas e bacharelados da ÌìÃÀ´«Ã½.

“Nós buscamos englobar no projeto os cursos de ciências ambientais, biologia e estudantes da licenciatura em educação no campo para criar um ambiente favorável para pesquisas na área”, afirmou.

Diversas bolsas foram destinadas aos estudantes de níveis médio e superior envolvidos.

O professor Wardsson Borges, que coordena o projeto no âmbito da Embrapa, explica que a criação do NEA serviu para agregar os trabalhos que já eram desenvolvidos na área de agroecologia e produção orgânica.

“Nós temos conhecimento da produção desses trabalhos.

No entanto, os produtos oriundos das pesquisas estavam muito dispersos.

Então decidimos implantar esse núcleo, a partir de parcerias interinstitucionais, para que tenhamos um espaço de debates e socialização de conhecimento”, garantiu Wardsson Borges.

Um sítio de 10 hectares pertencente à Embrapa no distrito da Fazendinha será transformado em laboratório vivo para pesquisas na área.

Outros seminários estão programados e ações com produtores rurais de Macapá e Mazagão.

Ao final do projeto, previsto para o final de 2016, a ideia é publicar um livro com as pesquisas realizadas durante três anos.

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