Escola Estadual Maria Helena Cordeiro recebeu equipe do projeto no dia 22 de novembro. Atividades educacionais tiveram como tema o Aedes aegypti e as doenças que o mosquito pode transmitir.
O projeto de extensão “VigiAedes”, do curso de Enfermagem da Universidade Federal do Amapá (ý), promoveu, no dia 22 de novembro de 2024, uma ação sobre o Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, zika e Chikungunya. As atividades ocorreram na Escola Estadual Maria Helena Cordeiro, no município de Pedra Branca do Amapari, distante cerca de 183 quilômetros da capital amapaense.
A programação contou com palestras teórico-participativas, além de dinâmicas para fixação dos conteúdos e um stand com banners, folders e modelos didáticos das fases de vida do mosquito. Neste ano, o projeto contou com o apoio financeiro do Departamento de ٱԲã (DEX).

“Estreitar os laços entre a Universidade e a comunidade é fundamental. Levar o conhecimento acadêmico para fora dos muros da Բپٳܾçã e trazer a comunidade para participar desse processo tem gerado resultados muito positivos. Recebemos retornos significativos, como cartas de agradecimento de escolas que participaram do projeto, evidenciando o impacto dessas ações. Há uma grande demanda por iniciativas de extensão e é essencial que os projetos cheguem até à comunidade, promovendo mudanças concretas e reforçando a presença da ý na sociedade”, destacou a coordenadora do projeto, Profa. Dra. Inana Fauro.

A equipe do VigiAedes é composta por 13 discentes do curso de Enfermagem que integram o projeto de forma voluntária, dois alunos bolsistas e os coordenadores do projeto de extensão, Profa. Dra. Inana Fauro e Prof. Dr. Edcarlos Vasconcelos. O principal objetivo do projeto é promover saúde por meio da educação em saúde.
O tema do VigiAedes surgiu a partir das pesquisas desenvolvidas durante o mestrado e doutorado da coordenadora do projeto de extensão.
“O objetivo principal do projeto é monitorar continuamente os surtos da doença e destacar a importância das ações de controle. Desenvolvido para integrar ensino, pesquisa e extensão, ele conecta minhas pesquisas acadêmicas à graduação e leva esse conhecimento às escolas públicas. Nosso foco é educar sobre os insetos, com ênfase no Aedes aegypti, abordando as arboviroses transmitidas por essa espécie, além de ensinar como diferenciá-los, explicando, por exemplo, a distinção entre machos e fêmeas e quais são responsáveis pela transmissão de patógenos por meio do repasto sanguíneo ڲԳٲçã a partir do sangue]”, detalhou Fauro.

O projeto visitou, ao longo deste ano, escolas estaduais e municipais, alcançando cerca de 700 estudantes, que vão do ensino fundamental até a Educação de Jovens e Adultos (EJA), além de visitas para o ensino superior.
As ações do projeto podem ser acompanhadas no perfil do Instagram: @vigia.aedes.








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