Comunidades carentes do municÃpio de Macapá irão receber atendimento gratuito de saúde a partir do próximo domingo (24).
Uma equipe multiprofissional em saúde da Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½), além de profissionais convidados, irão desenvolver ações de prevenção que abrangem algumas doenças com elevadas taxas de morbimortalidade como câncer do colo do útero, câncer de próstata, doenças crônicas (diabetes e hipertensão) e doenças parasitárias.
A ação será oferecida por meio do projeto de extensão: “Promoção, proteção e recuperação da saúde nas comunidades”, coordenado pela professora Clarissa Silva Lima, do colegiado de Farmácia.
A primeira intervenção do projeto será na sede da Igreja Adventista do Sétimo, na Rodovia do Pacoval, 219, de 8h às 13h.
A coordenação estima 12 profissionais atendam cerca de 400 pessoas neste domingo.
O programa ainda conta com participação de acadêmicos da instituição.
A professora Mayara Pinheiro, uma das organizadoras da ação, explica que o projeto se diferencia por coletar, analisar e entregar os resultados dos exames para a população.
“A equipe coleta o material biológico e, após análise das amostras processadas nos laboratórios da Universidade, volta à comunidade onde serão disponibilizados medicamentos e indicado tratamento prévio pelos clÃnicos que compõem a equipe”, explicou Mayara Pinheiro.
Inicialmente a intenção é promover atenção à saúde de comunidades em risco social uma vez ao mês até outubro, perÃodo em que finda a vigência do projeto de extensão acadêmica.
Se for mantido o número de 400 pessoas atendidas todos os meses, no final do projeto a estimativa é de 2.
800 atendimentos.
Além do viés social, também busca-se a formação de profissionais responsáveis, éticos e que tenham a correta adequação dos conhecimentos acadêmicos à realidade socioeconômica da região.
“Nós queremos desenvolver o senso crÃtico e inovador diante de problemas e diferentes realidades.
Vamos trabalhar as estruturas curriculares que integrem conhecimentos de forma interdisciplinar, na teoria e prática”, explicou a professora Mayara Pinheiro.
