Reunião entre acadêmicos e gestão marca fim da ocupação da Reitoria

A vice-reitora da Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½), Adelma Barros-Mendes, e o pró-reitor de ·¡³æ³Ù±ð²Ô²õã´Ç e Ações Comunitárias, Rafael Pontes, reuniram com 11 representantes do Movimento Independente de Estudantes na tarde de ontem, 22, para tratar sobre a obstrução do acesso de veículos ocorrida pela parte da manhã e outras reivindicações do grupo.

O primeiro ponto de pauta da reunião foi o fechamento dos portões de entrada da ÌìÃÀ´«Ã½ por parte do movimento, impedindo o acesso de veículos ao interior da ±õ²Ô²õ³Ù¾±³Ù³Ü¾±Ã§Ã£´Ç.

Os acadêmicos esclareceram que a obstrução ocorreu até o meio-dia e a retirada do grupo foi feita de forma pacífica.

Os estudantes questionaram a medida tomada pela gestão da Universidade de mobilizar as Polícias Militar (PM) e Federal (PF) para acompanhar o ato desta manhã.

Rafael Pontes explicou que foi uma medida administrativa e a vice-reitora reiterou que a PM e a PF vieram apenas para mediar na desobstrução das entradas da Universidade.

Reivindicações Na oportunidade, os acadêmicos apresentaram à gestão o movimento, suas bandeiras de luta e reivindicações internas, como a regularização da falta de água e presença de mais bebedouros no campus da capital, entrega da Casa do Estudante, transparência no prazo das obras e nos requisitos adotados para concessão de auxílios estudantis, entre outros.

Em relação à questão da água, Adelma Barros-Mendes e Rafael Pontes informaram que mais bebedouros já estão sendo adquiridos que o processo de compra pode ser acompanhado pelo site da ÌìÃÀ´«Ã½.

Eles esclareceram ainda que algumas providências já foram tomadas para regularizar a distribuição da água no campus Marco Zero, como a necessidade da realização de estudos por um engenheiro sanitarista de viabilidade de perfuração de novos poços e ampliação de reservatórios de água, contudo, por conta da atual crise orçamentária, a ±õ²Ô²õ³Ù¾±³Ù³Ü¾±Ã§Ã£´Ç não possui recursos financeiros para essa demanda de modo imediato.

Sobre a Casa do Estudante, a gestão relembrou que já havia informado ao movimento estudantil que não havia previsão de entregar a obra em 2016, uma vez que o entorno da construção precisa ser finalizado e atualmente não há recursos disponíveis.

Rafael Pontes informou que partir de janeiro será formado o comitê gestor da casa, com participação de servidores e acadêmicos da Universidade.

O estudantes questionaram acerca da concessão dos auxílios estudantis.

O pró-reitor explicou ao grupo que os critérios adotados para concessão dos auxílios estudantis não são subjetivos e que a ÌìÃÀ´«Ã½ seleciona os estudantes contemplados a partir de normas da Assistência Social.

Para dar mais transparência a este ponto, Rafael Pontes informou que os indicadores de seleção serão publicados na página eletrônica da Pró-reitoria de ·¡³æ³Ù±ð²Ô²õã´Ç e Ações Comunitárias (Proeac).

Os representantes do movimento desocuparam a Reitoria no início da noite de ontem, 22.

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