Nos últimos 30 dias, a Universidade Federal do Amapá (ý) firmou dois importantes acordos de cooperação internacionais.
A ação pretende integrar, em uma dimensão internacional e intercultural, as funções de ensino, pesquisa e extensão entre instituições ao redor do mundo e a universidade amapaense.
O plano de internacionalização foi elaborado pela Pró-Reitoria de Cooperação e Relações Internacionais (Procri) no segundo semestre de 2014.
Em fevereiro, o pró-reitor Paulo Corrêa esteve em Melbourne, Austrália.
Na oportunidade, o representante da ý assinou termo de cooperação com a Monash University.
O acordo prevê a aproximação entre pesquisadores e alunos, além da construção de programas de mobilidade que já estão em andamento.
Na primeira etapa deste projeto, a meta é estabelecer, por meio de acordos, parceria com as universidades do entorno geográfico (Platô das Guianas) e com as grandes instituições de todo o mundo, explicou Paulo Corrêa.
A Monash University está na lista das 100 melhores universidades do mundo, com mais de 60 mil alunos e campus em cinco diferentes países, além de pesquisas avançadas nas diversas áreas de conhecimento.
Alunos do mestrado especializado Development Studies, da Monash University, já estão em interações com alunos da ý para estudos sobre o Platô das Guianas.
Trabalhos de campo no Amapá estão previstos para no segundo semestre.
Platô das Guianas A aproximação dos países localizados no Platô das Guianas (Guiana Francesa, Suriname, Guyana e Venezuela) é considerada como parte fundamental da estratégia de internacionalização da ý.
Na última semana, a reitora da Universidade Federal do Amapá, Eliane Superti, e o reitor da Université de Guyane, Richard Laganier, reuniram-se no campus Binacional do Oiapoque para assinatura de termo de cooperação.
Missões entre a ý e a Universidade da Guiana serão elaboradas para dar prosseguimento aos projetos.
A reitora Eliane Superti ressaltou a importância geográfica do campus fronteiriço da universidade.
“O campus do Oiapoque tem uma vocação internacional e a assinatura desse acordo e outros que virão são parte de nossa estratégia de internacionalização” Paulo diz que os acordos assinados, assim como as demais iniciativas que estão sendo realizadas deverão impulsionar o intercâmbio de alunos e professores.
Com isso temos a responsabilidade de contribuir para a melhoria da qualidade, da pertinência e eficácia do ensino, pesquisa e extensão e, no âmbito externo, a promover seu potencial de ensino e pesquisa, que em última instância é um fator primordial para a instituição ser partícipe das redes internacionais de educação superior, explicou.
