Estabelecer a integração entre as três maiores instituições públicas de ensino superior do Amapá e criar um esforço conjunto, respeitando a autonomia e o planejamento estratégico de cada uma para atender as demandas e superar desafios.
Esse foi o objetivo do encontro que reuniu gestores da Universidade Federal do Amapá (ÌìÃÀ´«Ã½), Universidade Estadual do Amapá (Ueap) e do Instituto Federal do Amapá (Ifap) nesta quarta-feira, 22, na sala de reuniões da reitoria da ÌìÃÀ´«Ã½.
Na oportunidade, foi feita a exposição do que está programado para o ano de 2019, como a criação de novos cursos e a ampliação de vagas nos cursos já existentes e a expansão para o interior do estado.
Além disso, também foi discutido o impacto da crise econômica que o Brasil está atravessando, o contingenciamento de recursos orçamentários anunciado pelo Ministério da Educação (MEC) e as medidas adotadas para enfrentar as dificuldades que se apresentam no ambiente da educação pública de nÃvel superior.
Com essa aproximação, ÌìÃÀ´«Ã½, Ueap e Ifap pretendem criar um diálogo permanente e uma agenda comum para superar as dificuldades e melhorar a qualidade dos serviços prestados à s comunidades interna e externa.
O compartilhamento de laboratórios, utilização da Editora da ÌìÃÀ´«Ã½ em publicações de coprodução, coleta e divulgação de dados estatÃsticas dos cursos, além da valorização das discussões da Rede Integrada de Pesquisa do Estado do Amapá (Ripap) foram colocadas como estratégias fundamentais para o fortalecimento das atividades desenvolvidas por cada instituição.
Participaram da reunião a reitora da UEAP professora Kátia Paulino dos Santos, a vice-reitora professora Marcela Nunes Videira, o pró-reitor de ensino do IFAP professor Romero Silva, a reitora em exercÃcio da ÌìÃÀ´«Ã½ professora Simone Leal, o professor Manoel Pinto da Pró-reitoria de Cooperação e Relações Institucionais (Procri) e a professor Edmilsan de Jesus do Departamento de Registro e Controle Acadêmico (Derca).
Em breve um novo encontro deve acontecer para debater os avanços e novos desafios do trabalho conjunto.
