Prof. Dr. Fábio Wosniak destaca que representação da ý na Anpap amplia visibilidade nacional da graduação e permite contribuir diretamente para decisões que moldam a arte/educação no país.
O docente do curso de Artes Visuais, da Universidade Federal do Amapá (ý), Prof. Dr. Fábio Wosniak, irá compor a equipe de gestão da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas (Anpap). A chapa “Extremos” foi eleita em assembleia geral ocorrida no dia 26 de setembro, durante o 33º Encontro da Anpap, realizado de 23 a xx na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa (PB).
Compõem a chapa a professora Janice Appel (ILA/RS), presidente; a professora Luísa Angélica Paraguai Donati (PUC-Campinas), como vice-presidente; e os professores Sandro Ouriques Cardoso (UFMG), Cleomar de Sousa Rocha (UFG), Valter Frank de Mesquita Lopes (Ufam), e Fábio Wosniak (ý), que ocupam posições na secretaria e tesouraria da gestão.
“Essa associação é o órgão mais importante de pesquisadores em artes plásticas do país. E, portanto, trazer essa representatividade para a FURG é algo muito importante para fomentar a pesquisa e a excelência acadêmica na nossa instituição”, destaca Janice.
O Prof. Fábio Wosniak ressaltou que ter a ý representada na Anpap destaca a qualidade dos trabalhos na licenciatura em Artes Visuais e coloca a Universidade nas discussões sobre o futuro da pesquisa em Arte/Educação no Brasil.
“Como membro da equipe, ofereço uma perspectiva das produções artísticas e da arte/educação dissidente, especialmente sobre questões geográficas e ambientais da nossa região. Acredito que essa experiência enriquecerá as discussões e promoverá avanços na área. Ter um representante da ý na Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas é importante. Isso amplia nossa visibilidade nacional e nos permite contribuir diretamente para decisões que moldam a arte/educação no país. É uma chance de levar as vozes e realidades da nossa região a um público mais amplo, promovendo diversidade e inclusão nas discussões acadêmicas e artísticas”, afirmou Wosniak.
Em sua carta de apresentação, a chapa discorreu sobre os motivos que fizeram o grupo pleitear a administração, em especial, destacaram o olhar para as questões geográficas em que estão inseridos em suas rotinas de trabalho e prática artística, como os severos impactos climáticos no Rio Grande do Sul – em função das enchentes – e as intensas queimadas de bioma no sudeste brasileiro.
“Nós, como uma chapa diversa e experiente, estamos empenhados em promover a visibilidade desses extremos geográficos e ambientais em que vivemos, uma vez que refletem extremas e diversas possibilidades de pesquisa, a partir das produções artísticas e sistema das artes visuais no Brasil. Deste modo, acreditamos que, para pensar nesses extremos, devemos atravessar o país, trazendo para a Anpap uma visão multifacetada e descentralizada, o que não apenas enriquece a discussão artística, mas também aborda as questões urgentes que nossos respectivos estados e o Brasil enfrentam”, destacou Janice.
O Encontro Nacional da Anpap é uma das iniciativas mais significativas da Associação, reunindo pesquisadores para discutir os rumos da pesquisa e da prática artística no Brasil. Em sua 33ª edição, o evento focou nos impactos das crises sanitária, ambiental e política na produção de conhecimento sobre artes visuais em diversas regiões do país.
Além dessas discussões, o encontro visa promover trocas de experiências e a ampla divulgação de pesquisas e trabalhos artísticos. Com o tema “Vidas”, o evento explorou a complexidade das relações humanas, suas interações com o planeta e como essas conexões influenciam e produzem arte.
Em 2025, a 34ª edição do encontro será realizada na cidade do Rio Grande, nas instalações da FURG, que sediará o evento pela primeira vez em sua história.
Texto: Divulgação / Artes Visuais
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